Mostrando postagens com marcador Cartografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cartografia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Apostilas da Especialização em Geoprocessamento

Esta disponível para download na página Departamento de Cartografia do Instituto de Geociências da UFMG as apostilas do curso de especialização em Geoprocessamento.

BORGES, Karla Albuquerque de Vasconcelos. Modelagem de Dados Geográfico.

CASTRO, Frederico Valle Ferreira de, SOARES-FILHO, Britaldo Silveira, VOLL, Eliane. Cartografia Temática.

DAVIS, Clodoveu, FONSECA Frederico - Introdução aos Sistemas de Informação Geográficos.

DINIZ, Alexandre Magno Alves. Estatística Básica.

DINIZ, Alexandre Magno Alves. Estatística Espacial

MACHADO, Maria Márcia M. Metodologia em Monografia

MACHADO, Maria Márcia M. Projetos em Geoprocessamento

MACHADO, Maria Márcia M. Topografia I

MAILLARD, Philippe. Introdução ao Sensoriamento Remoto.

MAILLARD, Philippe. Introdução ao Processamento Digital de Imagens.

MOURA, Ana Clara M. Análise Espacial.

MOURA, Ana Clara Mourão - Cartografia Digital - Prática em Laboratório.

MOURA, Ana clara Mourão - Elementos de Cartografia.

MOURA, Ana Clara Mourão. Contribuiçõs Metodológicas do Geoprocessamento à Geografia.

MOURA, Ana Clara Mourão. A importância dos metadados no uso das Geotecnologias e na difusão da Cartografia Digital.

OLIVEIRA, Renata Hungari de. Aplicações em Mapinfo.

SOARES-FILHO, Britaldo Silveira. - Cartografia Assistida por Computador - Conceitos e Métodos

SOARES-FILHO, Britaldo Silveira - Modelagem de Dados Espaciais.

SOARES-FILHO, Britaldo Silveira - Interpretação de Imagens da Terra.

TEMBA, Plínio - Fundamentos da Fotogrametria.

TIMBÓ, Marcos Antônio - Elementos de Cartografia.

TIMBÓ, Marcos Antônio - Levantamentos Através do Sistema GPS.

Artigo: COMPARAÇÃO ENTRE DADOS ALTIMÉTRICOS SHUTTLE RADAR TOPOGRAPHY MISSION , CARTAS TOPOGRÁFICAS E GPS: NUMA ÁREA COM RELEVO ESCARPADO

Este artigo compara os dados altimétricos do SRTM com cartas 1:50.ooo do DSG usando como verdade de campo dados de GPS diferencial. E chega a uma conclusão na minha opinião surpreendente. Vale a pena dar uma pesquisada na pagina da Revista Brasileira de Cartografia lá voce encontra muitos artigos interessantes na area de geoprocessamento. Tudo disponivel gratuitamente na internet.

COMPARAÇÃO ENTRE DADOS ALTIMÉTRICOS
SHUTTLE RADAR TOPOGRAPHY MISSION , CARTAS TOPOGRÁFICAS E GPS: NUMA ÁREA COM RELEVO ESCARPADO Eduardo da Silva Pinheiro

RESUMO

A missão ShuttleRadarTopographyMission (SRTM) foi realizada no ônibus espacial SpaceShuttleEndeavour em fevereiro de 2000, com objetivo de obter modelos digitais de elevação (MDE) da Terra. Os dados foram adquiridos com radar de abertura sintética interferométrico (InSAR), nas bandas C (5,6cm – 5,3GHz) e X (3,1cm – 9,6GHz). Este trabalho apresenta uma análise comparativa entre os dados altimétricos derivados da SRTM e de Cartas topográficas (1:50000) da Diretoria do Serviço Geográfico (DSG) com pontos de controle adquiridos com GPS e corrigidos pelo método Diferencial. O estudo foi realizado no Planalto das Araucárias, nordeste do Rio Grande do Sul, Brasil, na área do Centro de Pesquisas e Conservação da Natureza PRÓ-MATA, um local com relevo escarpado e com grandes declividades. As análises dos MDE foram realizadas através de testes estatísticos e gráficos. O MDE SRTM possui um ajuste mais preciso do que o MDE DSG quando comparado com dados obtidos pelo GPS. Os Erros Médios Quadráticos dos MDE SRTM e DSG foram, respectivamente, 7,0m e 26,8m. Os resultados demonstram que o MDE SRTM apresenta boa precisão, no entanto, devido ao tamanho dos seus pixels (90x90m) recomenda-se o seu uso em escala 1:250.000.

Resumo do artigo publicado na Revista Brasileira de Cartografia



Para acessar o PDF com o trabalho completo em formato PDF clik aqui

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Livros : making maps: a visual guide to map design for gis



by John Krygier and Denis Wood
Guilford Press, 2005
Softcover, 303 pp. ISBN 1-59385-200-2
Onde comprar : Amazon

Although Making Maps is aimed at a GIS audience (just look at that subtitle), this is not a book about GIS. (But it’s certainly for GIS.) Nor is it limited to the GIS pros. Rather, it’s a book that lives up to its title in the broadest sense: it’s about making maps not in the technical sense, but in the conceptual sense. As such, it’s applicable to everyone with an interest in mapmaking, regardless of their professional level or the software they use to make their maps. Even people who make maps with pen and ink — which is, I suppose, how we all started, pros and hobbyists alike — will learn a great deal from this book.
Making Maps is a profoundly visual book. In a way, it’s all illustrations and sidebars and captions, with very little text in any kind of linear narrative. Its chapters outline the choices that a mapmaker must make when creating a map: technical choices like projection and scale; more artistic choices like colour — with, of course, numerous examples. When representing data (for example, showing poverty rates by geographic area), the authors discuss the use of colour and hue. The map’s purpose also determines how it’s simplified — no map can include every detail, so what detail do you include, what do you exclude, and what do you highlight? Two maps of the same area with different purposes will look very different.
Krygier and Wood take us through these choices, but they also point out why some choices are better for some purposes than others. They don’t say, for example, that Mercator is a better projection than Robinson (or vice versa), but that each is best for a certain purpose. It’s a very practical book, all the more because it doesn’t sit on the fence.
Making Maps is both accessible and useful: everyone with an interest in maps will be able to take something away from it. But it’s also tremendously enjoyable reading. Highly recommended.
http://www.mcwetboy.net/maproom/2006/03/book_review_mak.php

terça-feira, 3 de julho de 2007

Área mínima mapeavel

comum após realizar uma classificação em uma imagem de satélite que no resultado final apareça um grande numero de pequenas regiões, que poluem visualmente o mapa. Para eliminar estas regiões adota-se o conceito de área mínima mapeavel que seria a menor região que poderia ser representada em um mapa, e que tem o tamanho de 0,2cm x 0,2 cm = 0,04cm2 na escala do mapa. Para um mapa 1:50.000 a área mínima mapeavel seria :

lado = 50.000 x 0,2 cm = 10.000 cm = 100m
área = lado x lado
área = 100m x 100 m = 10.000 m2 = 1 ha

se vc esta usando uma imagem Cbers com pixel de 20m então:

numero pixels mínimo por região = área mínima / aérea do pixel
numero pixels mínimo por região = 10.000m2 / (20m x 20m)
numero pixels mínimo por região = 10.000m2 / 400 m2
numero pixels mínimo por região = 25 pixels

Logo seguindo a convenção cartográfica toda classe com área contígua menor de que 25 pixels deveria ser substituída pela classe vizinha mais numerosa.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Normas para confecção de mapas

No site do IBGE página da comissão nacional de cartografia estão listadas todas as normas que regem a produção de mapas. Destaca-se o decreto nº 89.817 de 20 de junho de 1984. Vale a pena dar uma olhada com atenção. o Link para a página é : http://www.concar.ibge.gov.br/indexd46b.html?q=node/16
O link para o decreto é : http://www.concar.ibge.gov.br/indexf7a0.html?q=node/41
Muita gente passa em cima do artigo 11 deste decreto que diz :

Art.11 Nenhuma folha de carta será produzida a partir da ampliação de qualquer documento cartográfico.
§1º Excepcionalmente, quando isso se tornar absolutamente necessário, tal fato deverá constar explicitamente em cláusula contratual no termo de compromisso,
§2º Uma carta nas condições deste artigo será sempre classificada com exatidão inferior à do original, devendo constar obrigatoriamente no rodapé a indicação "Carta ampliada a partir de (. .. documento cartográfico) em escala (... tal)".
§3º Não terá validade legal para fins de regularizacão fundiária ou de propriedade imóvel, a carta de que trata o "caput" do presente artigo.