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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

DigitalGlobe mostra imagem do cruzeiro Costa Concordia

Costa Concordia, cruise ship disaster off the coast of Giglio, Italy

A Digital Globe liberou a imagem do cruzeiro Costa Concordia, que afundou em Giglio, Itália.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Imagem Landsat–Delta do Yukon , Alaska


Depois de começar no norte da Colúmbia Britânica e fluindo através de Yukon, no Canadá, o rio Yukon cruza o Alasca antes de desaguar no Mar de Bering.Inúmeros lagos e lagoas estão espalhadas por toda esta cena do Delta do Yukon. O rio é sinuoso, e suas ramificações parecem vasos sanguíneos. É um dos deltas maiores deltas de  rio do mundo, e a área é atualmente protegida como parte da refúgio da vida selvagem do Delta do Yukon. A cena abaixo foi captada pelo satélite Landsat 7 em 22 de setembro de 2002. Esta imagem faz parte da serie Earth as Art publicada pelo USGS.
yukon_delta31000
Fonte : USGS

domingo, 8 de janeiro de 2012

Visualizando a Zona de Convergência do Atlântico Sul

O Site www.wunderground.com mostra imagens de satélites meteorológicos praticamente em tempo real e permite a animação destas imagens. Da para ver a movimentação das nuvens nas ultimas horas assim como a altura das nuvens representadas por cores. Como fundo aparece os mapas do Google Maps/Maplink. A zona de convergência do atlântico sul pode ser reconhecida na imagem como uma faixa como muitas nuvens de orientação noroeste/sudoeste que vai do sul da região amazônica até o litoral do atlântico sul.

Brazil Forecast

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Sensoriamento : Satélite CBERS 2 parou de funcionar

 DA REPORTAGEM LOCAL

O satélite sino-brasileiro CBERS-2 deu seu último suspiro no dia 15 de janeiro, segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). As imagens do satélite eram usadas, por exemplo, para monitorar o desmatamento na Amazônia. Seu serviço será continuado por sua espaçonave-irmã, o CBERS-2b, lançado em 2007.

O CBERS-2 (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres) foi projetado para durar dois anos. Mas ele superou a expectativa e chegou a ter vida útil de quase cinco. No período, produziu mais de 175 mil imagens, que serviram para monitorar o ambiente, avaliar desmatamentos, áreas agrícolas e o desenvolvimento urbano.
Os últimos sinais do satélite foram detectados em 15 de janeiro por técnicos brasileiros e chineses. Nos dias seguintes, eles tentaram restabelecer a comunicação com o CBERS-2. Porém, não conseguiram e acabaram decretando encerrada a missão.

Durante sua vida útil, o satélite enfrentou alguns problemas. Em abril de 2005, foi notada uma falha em uma de suas baterias. Desde então, o satélite, que possui três câmeras, passou a operar com apenas uma delas.
As imagens CBERS são fornecidas gratuitamente (www.obt.inpe.br/catalogo). Desde junho de 2004, quando as imagens ficaram disponíveis na internet, já foram distribuídas mais de 500 mil delas. Segundo o Inpe, estão programados os lançamentos de mais dois satélites, em 2011 e 2014. E se discute com a China a produção de outros dois.

Fonte: Folha de S.Paulo

sábado, 24 de janeiro de 2009

Satélite Amazônia 1 - Cobertura completa da Amazônia

Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está adquirindo novos componentes para o Amazônia-1. Com lançamento previsto para 2011, será o primeiro satélite de observação da Terra desenvolvido pelo Brasil e o primeiro a utilizar a Plataforma Multimissão (PMM).

Segundo o Inpe, os satélites Amazônia-1 e CBERS 3 e 4 permitirão, juntos, uma cobertura completa da Terra em menos de cinco dias, tornando o Brasil autônomo para obtenção de imagens em média resolução. O norte-americano Landsat-5, que é utilizado na avaliação de desmatamento da Amazônia, está há mais de 22 anos no espaço e apresenta sinais claros de degradação.

O Amazônia-1 é baseado em uma plataforma nacional, denominada PMM, que será também utilizada em outros satélites propostos para o Programa Espacial Brasileiro: o satélite científico Lattes-1, o satélite radar de observação da Terra Mapsar e o satélite meteorológico de medidas de precipitação GPM-Br.

Para desenvolver a PMM, o Inpe contratou na indústria nacional os subsistemas de telecomunicações, estrutura, propulsão e energia, cujos chamados modelos de vôo deverão ser entregues até meados de 2010, para dar início à etapa de integração e testes do primeiro satélite, o Amazônia-1.

Em paralelo, o Inpe está adquirindo os componentes para a carga útil do satélite, que envolvem equipamentos de transmissão e gravação a bordo e uma câmera óptica (denominada AWFI), operando nas faixas do visível e do infravermelho próximo, com largura de faixa imageada de 750 quilômetros, com resolução de 40 metros.

Além disso, um acordo assinado entre o Brasil, representado pelo Inpe, e o Reino Unido, representado pelo Rutherford Appleton Laboratory, permitirá incluir no Amazônia-1 a câmera inglesa Ralcam-3, com resolução da ordem de 10 metros, que complementará as imagens coletadas pela AWFI.

No fim de 2008, o Inpe firmou contratos para aquisição de mais dois componentes do Amazônia-1: a câmera AWFI, contratada na indústria nacional, e o sistema de controle e computação embarcada, objeto de uma cooperação entre as agências espaciais brasileira e argentina.

Fonte : Agência FAPESP :: Notícias - Cobertura completa da Amazônia

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

WorldView-1 - A posse de Obama vista do céu

Imagem do dia 20/01/2009 do satélite WorldView-1 da DigitalGlobe, mostra a posse de Barak Obama. Este é um pequeno recorte da imagem mostrando o Capitólio e é possível ver as pessoas como pequenos pontos cinza escuro. Para acessar a imagem digital do WorldView-1 em tamanho grande clique no link.

 

 

 

 

Sensoriamento remoto

Imagem Aster – Vulcão Chaiten - Chile

 Continuing Activity at Chaiten Volcano

Continuing Activity at Chaiten Volcano

Baixe imagem em tamanho grande (6 MB, JPEG) tomada em  19 de Janeiro de 2009 - Fonte : NASA – Observatório da Terra

 

O vulcão Chaitén ficou inativo por mais de 9000 anos, até entrar em erupção em Maio de 2008. Nos meses seguintes o vulcão continuou ativo lançando nuvens de vapor e cinzas vulcânicas, cobrindo a vegetação local, entupindo os cursos d’água e inundando uma cidade vizinha de mesmo nome.

Em 19 de janeiro de 2009, o sensor a Advanced Thermal Emission Spaceborne and  Reflexion Radiometer (ASTER) capturou uma imagem do vulcão Chaiten. Duas versões da imagem são exibidas aqui: um zoom na aréa do vulcão, e uma vista da área circundante.
Nestas imagens em falsa cor, vermelho indica vegetação e azul escuro  indica água. A pluma do vulcão aparece em coloração branco-acinzentada, e é grossa o suficiente para esconder completamente a superfície terrestre abaixo. A Sudeste do vulcão, a superfície terrestre varia na cor de cinza a marrom, com apenas manchas isoladas de vermelho. Estas cores alteradas  indicam áreas revestidas com cinzas vulcânicas e vegetação que foi morta pela queda de cinzas. Fonte : Nasa – Observatório da Terra

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Terra vista do espaço : Delta do Rio Amarelo - China

 

Rio amarelo – Imagem Landsat ETM 2000

 

Rio Amarelo – Imagem Landsat MSS 1977

Rio Amarelo na China, ou Huang He, é o rio que transporta a maior carga de sedimentos no mundo. Medindo cerca de  5475 km  do leste do Tibete até a foz, o rio percorre  planícies siltosas e argilosas recebendo  uma enorme carga de sedimentos duraten sua viagem. O cor amarela do rio vem de do sedimento rico em pequenas partículas de mica, quartzo e feldspato.
Além da coloração amarela do rio, os sedimentos tambem redesenharam a costa. O sensor ETM+ (Enhanced Thematic Mapper Plus) no satélite Landsat 7 da NASA adquiriu a imagem superior em 2 de maio de 2000. O scanner multiespectral (MSS) a bordo do satélite Landsat 3 da NASA adquiriu a imagem de baixo, em 27 de maio de 1979. Nestas imagens em falsa cor, vermelho indica vegetação, azul indica água, bege  indica solo nú.
Em comparação com a imagem anterior, a imagem de 2000 mostra um aumento no uso da terra e uma ligeira diminuição na vegetação. A mais notável diferença entre as duas imagens, porém, é a forma da costa. O constante transporte de sedimentos expandiu o delta do rio Amarelo sobre o mar  como um enorme gancho. Sedimentos coloriram as águas costeiras azuis com tons amarelados. Este processo de construção do delta acrescentou várias centenas de quilômetros quadrados de terras para a costa da China.

Fonte : Nasa – Observatório da terra

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Sensores dispóniveis no satelite ALOS

Fonte : IBGE

O satélite ALOS foi lançado pela Agência Espacial Japonesa (JAXA) no dia 24 de janeiro deste ano. O satélite entrou na fase operacional depois de um período de nove meses de calibração, da qual o IBGE participou ativamente. O ALOS transporta dois sensores ópticos, que obtêm imagens coloridas do planeta com resolução de 10 metros, e imagens tridimensionais em tons de cinza, com resolução de 2,5 metros. O satélite possui ainda um avançado radar imageador, chamado PALSAR, para a captação de imagens através de microondas, podendo operar dia e noite, sob qualquer condição climática, com resolução de 10 metros. O PALSAR pode ser usado, entre outras aplicações, no mapeamento da Amazônia, onde a cobertura de nuvens dificulta a obtenção de imagens ópticas aproveitáveis. A área coberta por cada imagem depende do sensor e respectiva resolução, variando de 35 por 35 km no caso do sensor óptico de 2,5 metros de resolução até cerca de 370 por 300 km para o radar.

Descrição dos Sensores do ALOS:

  • AVNIR-2 - Advanced Visible and Near-Infrared Radiometer – Type 2
  • PRISM - Panchromatic Remote-sensing Instrument for Stereo Mapping
  • PALSAR – Phased Array L-band Synthetic Aperture Radar

O AVNIR-2 é um sensor óptico com 4 bandas espectrais (visível e infravermelho próximo) com resolução espacial de 10m, projetado para observação de regiões terrestres e costeiras. Suas imagens são úteis para o mapeamento do uso e cobertura do solo para fins de monitoramento ambiental regional. Este sensor é capaz de variar a inclinação da visada lateralmente, tornando possível imagear rapidamente situações de desastres naturais.


© JAXA
AVNIR-2 em operação (concepção artística).

Características do AVNIR-2
Bandas Espectrais/comp. de onda (microns) 1: 0.42-0.50
2: 0.52-0.60
3: 0.61-0.69
4: 0.76-0.89
Resolução Espacial 10 m (nadir)
Largura da Faixa 70 km (nadir)
Sinal/Ruído > 200
Função de Transferência de Modulação Bandas 1 ~ 3: >0.25
Banda 4: >0.20
No. de Detectores 7000 / banda
Limite de Inclinação Lateral da Visada +/-44° (direita/esquerda)
Resolução Radiométrica 8 bits

O sensor PRISM opera na faixa da luz visível, com uma (1) banda pancromática e resolução espacial de 2,5 m. Trata-se de um conjunto de 3 sistemas de imageamento que permite obter simultaneamente cenas com visadas nadir, inclinada para frente e inclinada para trás, o que torna possível a aquisição de imagens estereoscópicas ao longo da trajetória. Esta configuração de imageamento é chamada Triplet.


© JAXA
Sensor PRISM / PRISM em operação, modo Triplet (concepção artística).

Características do PRISM
No. de Bandas 1 (Pancromática)
Comprimento de Onda 0,52 ~ 0,77 microns
No. de Sensores 3 (nadir/para frente/para trás)
Relação Base/Altura (B/H) 1,0 (entre as visadas para frente e para trás)
Resolução Espacial 2,5 m
Largura da Faixa 35 km (modo triplet)
70 km (apenas nadir)
Relação Sinal/Ruído >70
Função de Transferência de Modulação (MTF) >0.2
No. de Detectores 28.000/banda (faixa de 70 km)
14.000/banda (faixa de 35 km)
Inclinação da Visada de -1,5 a +1,5 graus (transversal à trajetória no modo Triplet)
Resolução Radiométrica 8 bits

O PALSAR é um radar imageador de abertura sintética que opera na banda L, com resolução espacial que varia de 10 a 100 metros. Possui um modo polarimétrico que é capaz de gerar imagens com polarizações HH, HV, VV e VH. Sendo um sensor de radar, o PALSAR é capaz de gerar imagens mesmo sobre regiões cobertas por nuvens e à noite. O radar do ALOS também possui um modo de observação ScanSAR, que adquire imagens com uma larga faixa de observação (250-350 km), que é especialmente útil para imageamento de grandes áreas de florestas.


© JAXA
Sensor PALSAR em operação (concepção artística).

Características do PALSAR
Modo Fino (Fine) ScanSAR Polarimétrico
Frequência 1.270 MHz (Banda L)
Chirp Bandwidth 28 MHz 14 MHz 14 MHz, 28 MHz 14 MHz
Polarização HH HH+HV HH HH+HV+VH+VV
Ângulo de incidência 8° ~ 60° 8° ~ 60° 18° ~ 43° 8° ~ 60°
Resolução em alcance (range) 7 ~ 44m 14 ~ 88m 100m (multilook) 24 ~ 89m
Largura da faixa 40 ~ 70 km 40 ~ 70 km 250 ~ 350 km 20 ~ 65 km
Taxa de transmissão de dados 240 Mbps 240 Mbps 120 Mbps ou 240 Mbps 240 Mbps

Para ver outros textos sobre o ALOS clique aqui

IBGE começa a distribuir imagens ALOS no Brasil


Através de um comunicado enviado por email, o IBGE informou que a partir do dia 22 de outubro de 2007 lançará o portal de distribuição exclusiva de imagens de satélite ALOS para os órgãos do governo brasileiro, instituições de pesquisa e demais usuários não comerciais do pais. No site www.ibge.gov.br/alos estarão disponíveis catálogos de imagens, descrição dos sensores e, ainda, respostas as perguntas mais freqüentes dos usuários. O lançamento do portal do ALOS, na página do IBGE será realizada durante o XXIII Congresso Brasileiro de Cartografia.

Para ver outros textos sobre o ALOS clique aqui

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Consórcio europeu capacita pesquisadores em Alagoas

De 20 a 24 de agosto, 40 pesquisadores entre brasileiros e sul-americanos estarão reunidos em Maceió (AL) para uma atividade inédita em universidades públicas do Brasil: o treinamento de usuários de imagens dos satélites meteorológicos mantido pelo Eumetsat, consórcio europeu que reúne 18 países e oferta um dos sistemas de satélites mais avançados do mundo. O treinamento a ser realizado pelo consórcio é promovido no Brasil pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), única universidade do país a possuir a tecnologia de aquisição, recepção e tratamento de dados do satélite Meteosat-9.

“Nosso objetivo é a partir desta experiência de treinamento em Alagoas transferir a tecnologia dos satélites do sistema Eumetsat para outros centros de estudos e pesquisas universitárias de toda a parte sul do continente americano”, afirma Humberto Alves Barbosa, professor do Instituto de Ciências Meteorológicas da Ufal e organizador do evento. No “Workshop Internacional de Satélites Meteorológicos para Usuários Sul-americanos” pesquisadores do Brasil, dos Estados Unidos e do consórcio europeu vão apresentar as inúmeras viabilidades para a implantação do sistema.

Numa iniciativa pioneira no Brasil, a Ufal implantou em maio de 2007 a primeira estação universitária brasileira de recepção de dados do satélite Meteosat de Segunda Geração (MSG). O satélite é o 9º de uma série iniciada em 1977, resultado de iniciativa da Agência Espacial Européia (ESA) para a produção de dados primários relacionados à previsão de tempo e condições meteorológicas. A Eumetsat (Europe's Meteorological Satellite Organization) é uma organização intergovernamental que reúne Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Suécia, Suíça, Turquia e Reino Unido. Mais sete países do leste europeu mantêm acordos de cooperação com a organização européia.
Para ler o texto na integra click no link

Fonte : alagoas24horas


segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Satelites de olho no fogo


Monitoramento de queimadas feito pelo Inpe passa a usar dados de 11 satélites, que geram centenas de imagens diárias. Informações atualizadas sete vezes ao dia dos focos de calor estão na internet
Agência FAPESP – O monitoramento de queimadas feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) passa a contar com dois novos reforços na detecção de focos de calor. São os satélites europeu MSG-02 (Meteosat Second Generation) e o norte-americano Goes-10. Esse último, controlado pela Administração Nacional do Oceano e Atmosfera (Noaa), havia sido utilizado anteriormente, mas foi deslocado recentemente para uma nova órbita, passando a oferecer melhor cobertura ao continente sul-americano.Para a função do Goes-10 em sua posição anterior foi lançado o Goes-12, do qual o Inpe também extrai dados para o monitoramento de queimadas. Segundo o instituto, a detecção sistemática de focos de calor, iniciada em 1987, é pioneira e a mais completa desenvolvida no mundo, fazendo uso de maior número de satélites – atualmente 11 – que geram centenas de imagens diárias na detecção de focos de queimada.
Dados atualizados sete vezes ao dia dos focos de calor são publicados em um site, junto com outros serviços, como um sistema de risco de fogo da vegetação, estimativas de concentração e dispersão de fumaça e um sistema geográfico de informações específico para as unidades de conservação do país.
O monitoramento auxilia o governo federal, em particular o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no acompanhamento de situações de risco de grandes incêndios florestais, como também os órgãos de Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros no combate às queimadas.

Entre os usuários regulares incluem-se ainda secretarias estaduais de meio ambiente, organizações não governamentais, usuários individuais, além dos países vizinhos que têm livre acesso a este sistema, desenvolvido em parceria pelos ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia.

Segundo o Inpe, em relação ao ano passado, 2007 apresenta até agora cerca de 23% a mais de focos detectados. Nos dois últimos meses, o sistema de monitoramento indica quase 6,5 mil casos em unidades de conservação federais e estaduais e reservas indígenas. Entre os estados, o Mato Grosso lidera o ranking de números de focos de queimadas nos últimos anos.

A página de monitoramento de queimadas na internet também foi reformulada recentemente, ganhando nova apresentação. A visualização e navegação estão agora baseadas em um sistema de informação geográfica de fácil uso, com recursos bastante conhecidos pelos internautas, que ainda contam com a opção do Google Earth.

Mais informações: www.cptec.inpe.br/queimadas

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Queimadas aumentaram nos últimos dois meses

O Globo

RIO - Nos últimos dois meses (julho/agosto), o sistema de monitoramento do Instituto Espacial de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou mais de seis mil casos de focos de queimadas em áreas protegidas, incluindo reservas indígenas. Segundo Alberto Setzer, pesquisador responsável pelo monitoramento, em relação ao ano passado, 2007 apresenta até agora 23% a mais de focos detectados. Entre os estados, Mato Grosso é o líder de focos de queimadas. "Também chama a atenção o aumento do número de focos em São Paulo, com o aumento da área de plantio da cana-de-açúcar", diz Setzer.

O instituto tem o mais completo método de detecção de focos de calor no mundo, utilizando 11 satélites, que geram centenas de imagens diárias para a detecção de queimadas. Esse monitoramento vai ficar ainda mais preciso com a chegada de um novo reforço, o satélite europeu MSG-02, e o deslocamento para uma nova órbita do satélite americano GOES-10. Dessa forma, o Inpe passa a ter a melhor cobertura do continente sul-americano.

O INPE anunciou também que está fazendo uma reformulação em sua página na internet, onde esses e outros serviços podem ser acessados. Atualizado constantemente, o site fornece também estimativas de concentração e dispersão de fumaça.

Satélites e novas tecnologias : O que vem por aí

O boletim da ESA (Agência Espacial Européia) publica no seu boletim artigo sobre os novos satélites de sensoriamento remoto, chamados de terceira geração que estão sendo desenvolvidos e deverão ser lançados nos próximos anos. O artigo em inglês no formato PDF pode ser baixado do link : http://www.esa.int/esapub/bulletin/bulletin131/bul131d_bensi.pdf
Abaixo retirei do artigo uma síntese sobre os novos satélites e sua provavel data de lançamento :


GOCE (Gravity Field and Steady-State Ocean Circulation Explorer), due for launch in early 2008, will provide high-resolution gravity data to improve the global and regional models of Earth’s gravity and ‘geoid’ (the shapeof a global ocean at rest used as a reference).

SMOS (Soil Moisture and Ocean Salinity), due for launch in 2008, will globally map soil moisture and ocean salinity to improve the representation of land in global atmospheric circulation models and to characterise the role of the ocean in the climate system.
ADM-Aeolus (Atmospheric Dynamics Mission), due for launch in 2009, will make novel advances in global windprofile observations and provide global wind information that is crucial
to climate research and numerical weather prediction.

CryoSat-2, due for launch in 2009, will determine the rate of change of variations in the thickness and mass of polar marine ice and continental icesheets in response to climate changes.
CryoSat-2 replaces CryoSat, the first Explorer mission, which was lost at launch in 2005.

Swarm, due for launch in 2010, is a constellation of three satellites to survey the geomagnetic field and its evolution. It will provide new insights into the Earth System by improving
our understanding of the Sun’s influence and Earth’s interior.

EarthCARE (Earth Clouds and Radiation Explorer), due for launch in 2012, is a joint European-Japanese mission to measure cloud and aerosol properties to help understand their interactions with Earth’s radiative processes and climate-change predictions.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

CBERS 2B Pronto para o lançamento

O satélite CBERS 2B passou por fase de testes que durou três semanas e seu lançamento esta previsto para o mês de setembro na província de Sanchi no norte da China. Este satélite é uma copia do CBERS 2, porém com uma mundança interessante que é a substituição do sensor IRMSS (Infrared Multispectral Scanner) pelo HRC que é uma câmera pancromática de alta resolução (2,5 m). Vamos cruzar os dedos para dar tudo certo no lançamento e aguardar as imagens chegar para avaliar o potencial da HRC.

Leia mais sobre o CBERS 2B

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Kings College disponibiliza dados do meio fisíco e ambientais

O Kings College disponibiliza dados ambientais e do meio físico de diversos lugares no planeta, inclusive dados SRTM. O que tem de interessante além dos dados é que eles usam o Google Earth, onde o úsuario visualiza um preview da informação e pode escolher o que lhe interessa e fazer o download. O link para acessar é http://www.kcl.ac.uk/schools/sspp/geography/research/emm/geodata . Os temas abaixo estão disponíveis.


Tiputini Biodiversity Station
Terrascope (new)
TRMM 2b31-Based Rainfall Climatology
Amazon-eye
Tropical montane cloud forests
MODIS Cloud climatology
SRTM SWBD Coast and water bodies
Petroleum-related impacts in the Amazon
AsterPAA (TerraLook) in Google Earth
GNS places database
Monthly NASA blue marble SG
Hole-filled SRTM 90m Digital Elevation Data
Sea level rise scenarios
Global forest change (2000-2005) from MODIS VCF
Three-hourly rainfall time series (from TRMM 3B42)
Monitoring Volcanoes
Urban climates
Tropical Hydrology : climate and land use impacts
Central American and Costa Rican Climate and Hydrology

terça-feira, 17 de julho de 2007

Imagens de satelite no site do Inpe


Esta é uma dica do Hélio. O Inpe oferece uma serie de produtos derivados de imagens de satélites meteorológicos no site http://satelite.cptec.inpe.br/home/ . La estão disponíveis desde as clássicas imagens de satélites meteorológicos , indicie NDVI, radiação solar, radiação UV, Descargas elétricas, queimadas, classificação de nuvens, ventos, aerossóis, precipitação etc. vale a pena dar uma olhada. O mapa de queimadas permite a visualização no google earth.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Imagem do Satelile ALOS





Imagem do satelite ALOS mostrando parte da Nova Zelandia. As imagens do ALOS serão distribuidas pelo IBGE no Brasil, a partir de Agosto de 2007. O ALOS tem 3 tipos de produtos sendo 2 óticos e um radar. Para saber mais sobre os produtos clique no link :
http://www.alos-restec.jp/aboutalos6_e.html

quinta-feira, 14 de junho de 2007

O Brasil visto do Espaço (3) - Da Amazônia ao Pantanal


Imagem do sensor MODIS, satelite Terra, com pixel de 250m. A cena vai do Rio Amazonas ao norte até o Pantanal ao Sul.

EarthNow! Landsat Image Viewer

Vale a pena dar uma olhada...http://earthnow.usgs.gov/earthnow_app.html?sessionId=d33fc365356d92ac23653c44389c408a72477
uma diversão interessante. O link mostra as imagens Landsat em tempo real quando a satélite esta passando sobre o território dos EUA.