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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Pôster : Terra o planeta azul

O "mármore azul" imagem da Terra tirada pela tripulação da Apollo 17 em 1972 é uma das fotos mais famosas já feitas. Quando ela foi apresentada ao público, de repente vimos o mundo de uma maneira muito diferente. De tempos em tempos a NASA tem acrescentado outros "mármores azuis" para sua coleção, e tem usado a tecnologia para melhorar e aperfeiçoar as imagens. Recentemente a agência espacial revelou o que está chamando a "imagem de alta definição mais surpreendentes da terra -. mármore azul 2012" esta foi feita com instrumento VIIRS a bordo, do satélite de observação da terra lançado mais recentemente, Suomi NPP. Ela foi criada através de uma composição de faixas imageadas da superfície da terra e foi adquirida em 04 de janeiro de 2012 . A imagem em altíssima resolução (8000x8000 pixels) que pode ser impressa em grande formato para criar um lindo pôster pode ser baixada aqui.
Caetano Veloso melhor que ninguém descreve a famosa foto da Apolo 17. Ele estava na cadeia durante o regime militar e registrou em verso o que ele viu:
“Quando eu me encontrava preso / Na cela de uma cadeia / Foi que vi pela primeira vez/
As tais fotografias / Em que apareces inteira / Porém lá não estavas nua/
E sim coberta de nuvens...”

sábado, 21 de janeiro de 2012

Terra vista do espaço : Imagem Ikonos-2 Irã

As areias curvadas no deserto de sal do centro-norte do Irã,  Dasht-e Kavir, podem ser vistas nesta imagem do satélite IKONOS-2. Aqui solos argilosos e arenosos tem um alto teor de sal na superfície, devido à concentração de minerais por causa  da alta evaporação no período de verão. Irã é um mais importantes  produtores do mundo de minérios. Satélites de observação terrestre são úteis para localizar e monitorar recursos naturais, como minerais.  Créditos: European Space Imaging (EUSI)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Curso de Especialização em Geoprocessamento–Apostilas

O instituto de Geociências da UFMG oferece um curso de especialização em Geoprocessamento. Na página do curso são disponibilizadas as apostilas utilizadas pelos alunos do curso de especialização em Geoprocessamento.


BORGES, Karla Albuquerque de Vasconcelos. Modelagem de Dados Geográfico.

CASTRO, Frederico Valle Ferreira de, SOARES-FILHO, Britaldo Silveira, VOLL, Eliane. Cartografia Temática.

DAVIS, Clodoveu, FONSECA Frederico - Introdução aos Sistemas de Informação Geográficos.

DINIZ, Alexandre Magno Alves. Estatística Básica.

DINIZ, Alexandre Magno Alves. Estatística Espacial

MACHADO, Maria Márcia M. Metodologia em Monografia

MACHADO, Maria Márcia M. Projetos em Geoprocessamento

MACHADO, Maria Márcia M. Topografia I

MAILLARD, Philippe. Introdução ao Sensoriamento Remoto.

MAILLARD, Philippe. Introdução ao Processamento Digital de Imagens.

MOURA, Ana Clara M. Análise Espacial.

MOURA, Ana Clara Mourão -  Cartografia Digital - Prática em Laboratório.

MOURA, Ana clara Mourão -Elementos de Cartografia.

MOURA, Ana Clara Mourão. Contribuiçõs Metodológicas do Geoprocessamento à Geografia.

MOURA, Ana Clara Mourão. A importância dos metadados no uso das Geotecnologias e na difusão da Cartografia Digital.

OLIVEIRA, Renata Hungari de. Aplicações em Mapinfo.

SIMÕES, Carla Araújo. Aplicações em ArcView.

SOARES-FILHO, Britaldo Silveira. - Cartografia Assistida por Computador - Conceitos e Métodos

SOARES-FILHO, Britaldo Silveira - Modelagem de Dados Espaciais.

SOARES-FILHO, Britaldo Silveira - Interpretação de Imagens da Terra.

TEMBA, Plínio - Fundamentos da Fotogrametria.

TIMBÓ, Marcos Antônio - Elementos de Cartografia.

TIMBÓ, Marcos Antônio - Levantamentos Através do Sistema GPS.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Imagem Landsat–Delta do Yukon , Alaska


Depois de começar no norte da Colúmbia Britânica e fluindo através de Yukon, no Canadá, o rio Yukon cruza o Alasca antes de desaguar no Mar de Bering.Inúmeros lagos e lagoas estão espalhadas por toda esta cena do Delta do Yukon. O rio é sinuoso, e suas ramificações parecem vasos sanguíneos. É um dos deltas maiores deltas de  rio do mundo, e a área é atualmente protegida como parte da refúgio da vida selvagem do Delta do Yukon. A cena abaixo foi captada pelo satélite Landsat 7 em 22 de setembro de 2002. Esta imagem faz parte da serie Earth as Art publicada pelo USGS.
yukon_delta31000
Fonte : USGS

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Enchentes: Cheia do Rio Muriaé na imagem MODIS

Inundação próximo a cidade de Campos (RJ). As duas imagens coletadas pelo sensor Modis mostram o rio Muriaé fora do seu leito na imagem de cima e o rio na situação de normalidade na imagem abaixo. Imagens retiradas do site http://earthobservatory.nasa.gov

Flooding in Southeastern BrazilFlooding in Southeastern Brazil

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Google Earth : Enchentes no Sudeste

A NASA disponibilizou na internet dados de precipitação a nível planetário. Estes dados podem ser usados para acompanhar as áreas de inundação e seca em qualquer lugar no mundo  e mais especificamente as chuvas torrenciais no Sudeste Brasileiro.

Estão disponíveis as seguintes layers:

30 Day Rainfall


Hourly Rainfall Accumulation


Hourly Flood Potential

A imagem abaixo capturada do Google Earth mostra a precipitação acumulada nas ultimas 72hs sobre a América do Sul.

    image

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Erdas : Seminarios gratuitos

ERDAS esta oferecendo gratuitamente uma série de Seminários via WEB, apresentando alguns dos softwares da empresa tais como ERDAS IMAGINE, ERDAS TITAN, ERDAS Image Web Server, Stereo Analyst for ArcGIS, IMAGINE Objective , ERDAS APOLLO Image Manager, Map2PDF for IMAGINE, ERDAS APOLLO Server. Para acessar os seminários é necessário que o usuário faça um cadastro no site da ERDAS.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Sensoriamento remoto : Aeromodelos autônomos para fotografia aérea

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Os pesquisadores da Universidade de Purdue, irão em  em breve um realizar experimento com aeronaves não tripuladas que voam com muito pouca intervenção humana.
A aeronave irá utilizar uma combinação de tecnologia de sistema de posicionamento global (GPS)  e um sistema de navegação chamado AttoPilot que utiliza sinais GPS e um sistema de estabilização de vôo a bordo, para guiar a aeronave para pontos predeterminados . Os pesquisadores podem estas posicionados fora da área para controlar e monitorar a aeronave remotamente. O sistema AttoPilot já foi instalado na aeronave no início deste ano, e os ensaios terão início na Primavera do hemisfério norte segundo os pesquisadores.
Segundo a Universidade de Purdue, os investigadores estão utilizando aeronaves não tripuladas pequenas e leves - essencialmente, um modelo de avião equipado com equipamentos eletrônicos  para coletar dados agrícolas para Calmar Labs em Remington, Ind. O veículo é equipado com Câmeras infravermelho e câmeras digitais para tirar fotos para avaliar o efeitos de sombreamento sobre o crescimento ou milho e acompanhar os efeitos da seca ou inundações nas culturas. Até agora, a aeronave foi controlada por um receptor de rádio convencional, que exigia a intervenção humana para começar e terminar a missão.
"A sua leveza e capacidade de voar em baixas altitudes também dará vantagem considerável sobre satélites", disse Michael Leasure, um professor assistente de tecnologia da aviação em Purdue. "Um veículo aéreo não tripulado podem ser mobilizados quase imediatamente, e os dados podem ser recolhidos dentro de meia hora. Essa preparação é importante, quando são necessárias informações dentro de um curto período de tempo."
Outras utilizações podem incluir eventos de  vigilância de multidões e de controle do tráfego, a detecção  do crescimento das plantas de maconha, e localizar as pessoas em situações de reféns ou em outros crimes.

Fonte : Go fly yourself

Sensoriamento : Satélite CBERS 2 parou de funcionar

 DA REPORTAGEM LOCAL

O satélite sino-brasileiro CBERS-2 deu seu último suspiro no dia 15 de janeiro, segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). As imagens do satélite eram usadas, por exemplo, para monitorar o desmatamento na Amazônia. Seu serviço será continuado por sua espaçonave-irmã, o CBERS-2b, lançado em 2007.

O CBERS-2 (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres) foi projetado para durar dois anos. Mas ele superou a expectativa e chegou a ter vida útil de quase cinco. No período, produziu mais de 175 mil imagens, que serviram para monitorar o ambiente, avaliar desmatamentos, áreas agrícolas e o desenvolvimento urbano.
Os últimos sinais do satélite foram detectados em 15 de janeiro por técnicos brasileiros e chineses. Nos dias seguintes, eles tentaram restabelecer a comunicação com o CBERS-2. Porém, não conseguiram e acabaram decretando encerrada a missão.

Durante sua vida útil, o satélite enfrentou alguns problemas. Em abril de 2005, foi notada uma falha em uma de suas baterias. Desde então, o satélite, que possui três câmeras, passou a operar com apenas uma delas.
As imagens CBERS são fornecidas gratuitamente (www.obt.inpe.br/catalogo). Desde junho de 2004, quando as imagens ficaram disponíveis na internet, já foram distribuídas mais de 500 mil delas. Segundo o Inpe, estão programados os lançamentos de mais dois satélites, em 2011 e 2014. E se discute com a China a produção de outros dois.

Fonte: Folha de S.Paulo

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Ciclones Fanele e Eric visto pelo sensor MODIS

Madagáscar foi castigado por dois ciclones tropicais, em meados de Janeiro de 2009. Ciclone Eric varreu a  costa  nordeste em 19 de janeiro, matando pelo menos uma pessoa e deixando cerca de mil desabrigados, segundo o noticiário. Dois dias mais tarde, Ciclone Fanele chegou a  a costa sudoeste, trazendo ventos de quase 210 quilômetros por hora  e as fortes chuvas.
Esta imagem foi tomada pelo do sensor MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer)  no satélite Aqua, da NASA, em 19 de janeiro mostra Fanele no Canal de Moçambique,  ao largo da costa. Eric, que foi uma tempestade muito menor e mais fraca, é pouco mais do que um turbilhão de nuvens na parte superior direita.
A imagem de alta resolução  foi fornecida pelo sensor MODIS com pixel de 250 metros. O MODIS Rapid Response System oferece esta imagem em outras resoluções complementares.
Fonte: NASA - Natural Hazards

Instrumento:
Aqua - MODIS

Cyclones Fanele and Eric

faça o download da imagem grande (5 MB, JPEG) tomada em 19 de  Janeiro de 2008

sábado, 24 de janeiro de 2009

Satélite Amazônia 1 - Cobertura completa da Amazônia

Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está adquirindo novos componentes para o Amazônia-1. Com lançamento previsto para 2011, será o primeiro satélite de observação da Terra desenvolvido pelo Brasil e o primeiro a utilizar a Plataforma Multimissão (PMM).

Segundo o Inpe, os satélites Amazônia-1 e CBERS 3 e 4 permitirão, juntos, uma cobertura completa da Terra em menos de cinco dias, tornando o Brasil autônomo para obtenção de imagens em média resolução. O norte-americano Landsat-5, que é utilizado na avaliação de desmatamento da Amazônia, está há mais de 22 anos no espaço e apresenta sinais claros de degradação.

O Amazônia-1 é baseado em uma plataforma nacional, denominada PMM, que será também utilizada em outros satélites propostos para o Programa Espacial Brasileiro: o satélite científico Lattes-1, o satélite radar de observação da Terra Mapsar e o satélite meteorológico de medidas de precipitação GPM-Br.

Para desenvolver a PMM, o Inpe contratou na indústria nacional os subsistemas de telecomunicações, estrutura, propulsão e energia, cujos chamados modelos de vôo deverão ser entregues até meados de 2010, para dar início à etapa de integração e testes do primeiro satélite, o Amazônia-1.

Em paralelo, o Inpe está adquirindo os componentes para a carga útil do satélite, que envolvem equipamentos de transmissão e gravação a bordo e uma câmera óptica (denominada AWFI), operando nas faixas do visível e do infravermelho próximo, com largura de faixa imageada de 750 quilômetros, com resolução de 40 metros.

Além disso, um acordo assinado entre o Brasil, representado pelo Inpe, e o Reino Unido, representado pelo Rutherford Appleton Laboratory, permitirá incluir no Amazônia-1 a câmera inglesa Ralcam-3, com resolução da ordem de 10 metros, que complementará as imagens coletadas pela AWFI.

No fim de 2008, o Inpe firmou contratos para aquisição de mais dois componentes do Amazônia-1: a câmera AWFI, contratada na indústria nacional, e o sistema de controle e computação embarcada, objeto de uma cooperação entre as agências espaciais brasileira e argentina.

Fonte : Agência FAPESP :: Notícias - Cobertura completa da Amazônia

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Grade de órbita/ponto do satélite CBERS em shapefile

Grade-Cbers

A grade de órbita-ponto do satélite CBERS está disponível no site do INPE, nos formatos shapefile e PDF. Para fazer o download gratuito clique nos links : grade em shape e grade em PDF. Esta disponível a grade de órbita-ponto para o satélite Landsat, para fazer o download clique no link : Landsat grade órbita-ponto.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Imagem Aster – Vulcão Chaiten - Chile

 Continuing Activity at Chaiten Volcano

Continuing Activity at Chaiten Volcano

Baixe imagem em tamanho grande (6 MB, JPEG) tomada em  19 de Janeiro de 2009 - Fonte : NASA – Observatório da Terra

 

O vulcão Chaitén ficou inativo por mais de 9000 anos, até entrar em erupção em Maio de 2008. Nos meses seguintes o vulcão continuou ativo lançando nuvens de vapor e cinzas vulcânicas, cobrindo a vegetação local, entupindo os cursos d’água e inundando uma cidade vizinha de mesmo nome.

Em 19 de janeiro de 2009, o sensor a Advanced Thermal Emission Spaceborne and  Reflexion Radiometer (ASTER) capturou uma imagem do vulcão Chaiten. Duas versões da imagem são exibidas aqui: um zoom na aréa do vulcão, e uma vista da área circundante.
Nestas imagens em falsa cor, vermelho indica vegetação e azul escuro  indica água. A pluma do vulcão aparece em coloração branco-acinzentada, e é grossa o suficiente para esconder completamente a superfície terrestre abaixo. A Sudeste do vulcão, a superfície terrestre varia na cor de cinza a marrom, com apenas manchas isoladas de vermelho. Estas cores alteradas  indicam áreas revestidas com cinzas vulcânicas e vegetação que foi morta pela queda de cinzas. Fonte : Nasa – Observatório da Terra

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Terra vista do espaço : Delta do Rio Amarelo - China

 

Rio amarelo – Imagem Landsat ETM 2000

 

Rio Amarelo – Imagem Landsat MSS 1977

Rio Amarelo na China, ou Huang He, é o rio que transporta a maior carga de sedimentos no mundo. Medindo cerca de  5475 km  do leste do Tibete até a foz, o rio percorre  planícies siltosas e argilosas recebendo  uma enorme carga de sedimentos duraten sua viagem. O cor amarela do rio vem de do sedimento rico em pequenas partículas de mica, quartzo e feldspato.
Além da coloração amarela do rio, os sedimentos tambem redesenharam a costa. O sensor ETM+ (Enhanced Thematic Mapper Plus) no satélite Landsat 7 da NASA adquiriu a imagem superior em 2 de maio de 2000. O scanner multiespectral (MSS) a bordo do satélite Landsat 3 da NASA adquiriu a imagem de baixo, em 27 de maio de 1979. Nestas imagens em falsa cor, vermelho indica vegetação, azul indica água, bege  indica solo nú.
Em comparação com a imagem anterior, a imagem de 2000 mostra um aumento no uso da terra e uma ligeira diminuição na vegetação. A mais notável diferença entre as duas imagens, porém, é a forma da costa. O constante transporte de sedimentos expandiu o delta do rio Amarelo sobre o mar  como um enorme gancho. Sedimentos coloriram as águas costeiras azuis com tons amarelados. Este processo de construção do delta acrescentou várias centenas de quilômetros quadrados de terras para a costa da China.

Fonte : Nasa – Observatório da terra

domingo, 4 de janeiro de 2009

Aplicações de SIG e Sensoriamento Remoto em Agrometeorologia

Este texto aborda as aplicações de SIG e sensoriamento remoto em agrometeorologia. 
O texto esta dispónivel para download gratuito no formato PDF, bastando clicar no link.

Remote sensing and GIS applications in agrometeorology

CONTENTS

12.1. Introduction to Remote Sensing Science 
12.1.1. Reflective Remote Sensing 
12.1.2. Thermal Remote Sensing 
12.1.3. Microwave Remote Sensing 
12.1.4. Earth Satellites 
12.1.5. Weather Satellites 
12.1.6. Derived products

12.2.1 Storing geographical data 
12.2.2. Raster format 
12.2.3. Vector format 
12.2.4. Requirements of a GIS 
12.2.5. Basic components of GIS

12.3. Integration of Remote sensing and GIS 
12.3.1. Data Integration 
12.3.2. Data Acquisition 
12.3.3. Data Processing 
12.3.3. 1. Geometric Rectification 
12.3.3. 2. Data Conversion 
12.3.3.3. Data Analysis 
12.3.3.4. Classification System 
12.3.3.5. Data Generalization 
12.3.3.6. Error Assessment 
12.3.3.7. Sampling 
12.3.3.8. Spatial Autocorrelation 
12.3.3.9. Locations Accuracy 
12.3.3.10. Final Product Presentation Error 
12.3.3.11. Decision Making 
12.3.3.12. Implementation 
12.3.3.13. Theory of Vegetation Indices

12.4. Operational Agrometeorological Products Employing Remote Sensing and GIS 
12.4.1. Assessment of Meteorological and Agronomic Conditions to Aid Decision on Drought using Remote Sensing and GIS 
12.4.1.1. Precipitation 
12.4.1.2. Solar Radiation 
12.4.1.3. Agronomic Conditions 
12.4.2. Operational Use of Remote Sensing and GIS for Irrigation Scheduling 

12.4.3. Remote Sensing for Soil and Crop Management 
12.4.3.1. Evaporation 
12.4.3.2. Soil Salinity 
12.4.3.3. Remote Sensing for Precision Agriculture 
12.4.3.4. Crop Growth and Intercepted Radiation 
12.4.3.5. Nutrient Management 
12.4.3.6. Pest Management 
12.4.3.7. Selection of Growth Traits 
12.4.3.8. Crop Yield Estimation 
12.4.4. Assessing Environmental Sensitive Areas for Desertification Risk through Remote Sensing and GIS
12.4.5. Aquaculture and Remote Sensing
12.4.6. Operational use of Remote Sensing for Identification of Fishing Zones 
12.4.7 . Forest Management through Remote Sensing

12.5 Collaborations for resource sharing in GIS and Remote Sensing

domingo, 30 de novembro de 2008

GeoEye1 - vendo a terra em alta resolução



Primeria imagem do Satelite GeoEye1, com resolução espacial de 41cm. A image acima mostra o campus da universidade de Kutztown na Pensilvania. A imagem é resultante da fusao da banda pancromática com as bandas multiespectrais. Entre outros clientes das imagens deste satélite, destacam-se o departamento de defesa dos EUA e o Google que pretente adicona-las ao Google Earth.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Ebook : Álgebra de mapas e suas aplicações em sensoriamento remoto e geoprocessamento


Esta publicação é a dissertação  de mestrado   em Sensoriamento Remoto de Cláudio Clemente Faria Barbosa apresentada ao INPE em 1997.  O resumo do trabalho é apresentado a seguir e o texto em formato PDF pode ser baixado clicando aqui

Resumo
O termo "Álgebra de Mapas" é utilizado na literatura de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto para denotar o conjunto de operadores que manipulam campos geográficos (imagens, mapas temáticos e modelos numéricos de terreno). Este trabalho discute as diferentes questões envolvidas na concepção, implementação e uso dos operadores da Álgebra de Mapas. Na análise conceitual, o trabalho apresenta uma visão teórica consistente do problema, ao analisar a definição destes operadores e ao indicar as alternativas de conversão de formatos necessárias para implementar cada operador. A implementação dos operadores foi realizada no ambiente da linguagem de comandos do sistema SPRING (LEGAL). Para testar e validar os operadores implementados, tomou-se uma aplicação prática, de grande importância (Zoneamento Ecológico-Econômico da Amazônia Legal). A partir de um roteiro metodológico, que objetiva estimar o grau de estabilidade de unidades homogêneas de paisagem, foi desenvolvida uma aplicação em LEGAL, a qual automatiza algumas etapas do roteiro utilizando os operadores implementados neste trabalho. A grande coerência entre os resultados obtidos por essa técnica e os produzidos anteriormente (com uso de interpretação visual) revelou o potencial da Álgebra de Mapas como ferramenta de apoio a estudos de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Uso de Cenas Videográficas para Avaliaçâo da Floresta Urbana

Artigo publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana. Os artigos desta revista estão dispónivies gratuitamente na internet no formato PDF. O site da revista pode ser acessado clicando aqui. Para  acessar o artigo na integra no formato PDF clique aqui.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Cbers 2B : Problemas no sensor CCD ?


As imagens liberadas pelo INPE do CBERS 2B que estão disponíveis para download estão apresentando problemas com faixas com intensidade de brilho diferente, a semelhança do que ocorreu com o CBERS 2. Isto ocorre nas bandas 1, 2 e 3. As bandas 4 e 5 além de apresentarem este problema também estão perceptivelmente deslocadas em relação as bandas do visível (1, 2 e 3). Espero que isto seja passível de correção, porque seria muito ruim trabalhar com imagens com estes problemas. E o tão esperado sensor HRC de alta resolução. Até hoje o INPE não liberou uma única imagem captura por ele. Será que esta funcionando ?