“Quando eu me encontrava preso / Na cela de uma cadeia / Foi que vi pela primeira vez/
As tais fotografias / Em que apareces inteira / Porém lá não estavas nua/
E sim coberta de nuvens...”
Geoprocessamento, ArcGis, ArcMap, GIS, SIG, GPS, Ikonos, Landsat,CBERS, QuickBird, Alos, Google Earth, Cartografia, Sensoriamento Remoto, Meio Ambiente, Solos, Aquecimento Global
As areias curvadas no deserto de sal do centro-norte do Irã, Dasht-e Kavir, podem ser vistas nesta imagem do satélite IKONOS-2. Aqui solos argilosos e arenosos tem um alto teor de sal na superfície, devido à concentração de minerais por causa da alta evaporação no período de verão. Irã é um mais importantes produtores do mundo de minérios. Satélites de observação terrestre são úteis para localizar e monitorar recursos naturais, como minerais. Créditos: European Space Imaging (EUSI)

O instituto de Geociências da UFMG oferece um curso de especialização em Geoprocessamento. Na página do curso são disponibilizadas as apostilas utilizadas pelos alunos do curso de especialização em Geoprocessamento.
BORGES, Karla Albuquerque de Vasconcelos. Modelagem de Dados Geográfico.
CASTRO, Frederico Valle Ferreira de, SOARES-FILHO, Britaldo Silveira, VOLL, Eliane. Cartografia Temática.
DAVIS, Clodoveu, FONSECA Frederico - Introdução aos Sistemas de Informação Geográficos.
DINIZ, Alexandre Magno Alves. Estatística Básica.
DINIZ, Alexandre Magno Alves. Estatística Espacial
MACHADO, Maria Márcia M. Metodologia em Monografia
MACHADO, Maria Márcia M. Projetos em Geoprocessamento
MACHADO, Maria Márcia M. Topografia I
MAILLARD, Philippe. Introdução ao Sensoriamento Remoto.
MAILLARD, Philippe. Introdução ao Processamento Digital de Imagens.
MOURA, Ana Clara M. Análise Espacial.
MOURA, Ana Clara Mourão - Cartografia Digital - Prática em Laboratório.
MOURA, Ana clara Mourão -Elementos de Cartografia.
MOURA, Ana Clara Mourão. Contribuiçõs Metodológicas do Geoprocessamento à Geografia.
MOURA, Ana Clara Mourão. A importância dos metadados no uso das Geotecnologias e na difusão da Cartografia Digital.
OLIVEIRA, Renata Hungari de. Aplicações em Mapinfo.
SIMÕES, Carla Araújo. Aplicações em ArcView.
SOARES-FILHO, Britaldo Silveira. - Cartografia Assistida por Computador - Conceitos e Métodos
SOARES-FILHO, Britaldo Silveira - Modelagem de Dados Espaciais.
SOARES-FILHO, Britaldo Silveira - Interpretação de Imagens da Terra.
TEMBA, Plínio - Fundamentos da Fotogrametria.
TIMBÓ, Marcos Antônio - Elementos de Cartografia.
TIMBÓ, Marcos Antônio - Levantamentos Através do Sistema GPS.
Inundação próximo a cidade de Campos (RJ). As duas imagens coletadas pelo sensor Modis mostram o rio Muriaé fora do seu leito na imagem de cima e o rio na situação de normalidade na imagem abaixo. Imagens retiradas do site http://earthobservatory.nasa.gov

A NASA disponibilizou na internet dados de precipitação a nível planetário. Estes dados podem ser usados para acompanhar as áreas de inundação e seca em qualquer lugar no mundo e mais especificamente as chuvas torrenciais no Sudeste Brasileiro.
Estão disponíveis as seguintes layers:
30 Day Rainfall
Hourly Rainfall Accumulation
Hourly Flood Potential
A imagem abaixo capturada do Google Earth mostra a precipitação acumulada nas ultimas 72hs sobre a América do Sul.
ERDAS esta oferecendo gratuitamente uma série de Seminários via WEB, apresentando alguns dos softwares da empresa tais como ERDAS IMAGINE, ERDAS TITAN, ERDAS Image Web Server, Stereo Analyst for ArcGIS, IMAGINE Objective , ERDAS APOLLO Image Manager, Map2PDF for IMAGINE, ERDAS APOLLO Server. Para acessar os seminários é necessário que o usuário faça um cadastro no site da ERDAS.
ERDAS IMAGINE 9.3…IMAGINE What’s New!
ERDAS IMAGINE
2008-11-13 - Do you work with both vector and raster information regularly? Rather than changing between software applications, you can more efficiently display, pan, zoom and edit vectors in the next release of the world’s most advanced remote sensing solution.
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Transform Your Data to Information: Author, Manage, Connect and Deliver! (Complete Workflow Webinar)
ERDAS IMAGINE
2009-01-15 - This webinar includes interactive demos, highlighting each of the specific components and capabilities of a Geospatial Business System, including how to author, manage, connect and deliver your geospatial information.
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Four Seconds to Save the World (ERDAS TITAN 2009)
ERDAS TITAN
2008-09-25 - ERDAS TITAN 2009 rapidly enables multitudes of stakeholders to publish and consume geospatial data and location-based content in one online, collaborative network. When every second counts, users can consume data from multiple public and private sources into a variety of virtual globe, internet and rich client applications.
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Rapidly Connect & Share Your World
ERDAS TITAN
2008-07-16 - This webinar will highlight ERDAS TITAN, a geospatial data bridge providing access to multiple public and private data resources, and enabling that data to be accessed in a variety of desktop applications.
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Huge Images? Too Many Users? No Problem!
ERDAS Image Web Server
2008-07-23 - The value of using spatial imagery in GIS systems today is unquestionable. ERDAS Image Web Server (IWS) is a specialized application that quickly and efficiently distributes large volumes of geospatial image data to thousands of concurrent users.
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New Year, New Tools -- Turn up Your Stereo (Feature Collection)
Stereo Analyst for ArcGIS
2009-01-06 - Quickly collect features from your stereo images to create the maps you need. This webinar includes interactive demos, highlighting a new suite of tools for the ArcGIS 9.3 platform.
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Extract the Frustration from Feature Extraction
IMAGINE Objective
2009-01-14 - This webinar highlights IMAGINE Objective, a solution for building and maintaining accurate geospatial content, with object based multi-scale image classification and feature extraction technology.
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Securely Clip, Zip and Ship Massive Volumes of Data (ERDAS APOLLO Image Manager 2009)
ERDAS APOLLO Image Manager
2008-11-06 - Do you need to securely serve seamless color balanced orthorectified image mosaics and GIS ready image products to desktop and web client applications? ERDAS APOLLO Image Manager includes a Clip, Zip and Ship workflow, enabling users to discover and download any cataloged gridded data of a defined area for desktop exploitation.
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Create High Quality PDF Maps in ERDAS IMAGINE (Map2PDF for IMAGINE)
Map2PDF for IMAGINE
2008-11-20 - Do you need to quickly and easily create intelligent maps and images? This webinar introduces Map2PDF for IMAGINE, a new tool that combines TerraGo Technologies’ Map2PDF (now part of TerraGo Publisher Suite) with the power of ERDAS IMAGINE®.
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Catalog and Deliver all of Your Enterprise’s Geospatial Data over the Web (ERDAS APOLLO Server)
ERDAS APOLLO Server
2008-12-11 - Do you have large volumes of vector, raster, terrain and map data that you need to efficiently and securely share internally and externally? An alternative to existing market solutions, ERDAS APOLLO eliminates the walls between GIS, remote sensing and photogrammetry.
Read More...Fonte: ERDAS Webinars
Technorati Tags: Fotografia aerea - Sensoriamento Remoto - Geoprocessamento - GPS
Os pesquisadores da Universidade de Purdue, irão em em breve um realizar experimento com aeronaves não tripuladas que voam com muito pouca intervenção humana.
A aeronave irá utilizar uma combinação de tecnologia de sistema de posicionamento global (GPS) e um sistema de navegação chamado AttoPilot que utiliza sinais GPS e um sistema de estabilização de vôo a bordo, para guiar a aeronave para pontos predeterminados . Os pesquisadores podem estas posicionados fora da área para controlar e monitorar a aeronave remotamente. O sistema AttoPilot já foi instalado na aeronave no início deste ano, e os ensaios terão início na Primavera do hemisfério norte segundo os pesquisadores.
Segundo a Universidade de Purdue, os investigadores estão utilizando aeronaves não tripuladas pequenas e leves - essencialmente, um modelo de avião equipado com equipamentos eletrônicos para coletar dados agrícolas para Calmar Labs em Remington, Ind. O veículo é equipado com Câmeras infravermelho e câmeras digitais para tirar fotos para avaliar o efeitos de sombreamento sobre o crescimento ou milho e acompanhar os efeitos da seca ou inundações nas culturas. Até agora, a aeronave foi controlada por um receptor de rádio convencional, que exigia a intervenção humana para começar e terminar a missão.
"A sua leveza e capacidade de voar em baixas altitudes também dará vantagem considerável sobre satélites", disse Michael Leasure, um professor assistente de tecnologia da aviação em Purdue. "Um veículo aéreo não tripulado podem ser mobilizados quase imediatamente, e os dados podem ser recolhidos dentro de meia hora. Essa preparação é importante, quando são necessárias informações dentro de um curto período de tempo."
Outras utilizações podem incluir eventos de vigilância de multidões e de controle do tráfego, a detecção do crescimento das plantas de maconha, e localizar as pessoas em situações de reféns ou em outros crimes.
Fonte : Go fly yourself
DA REPORTAGEM LOCAL
O satélite sino-brasileiro CBERS-2 deu seu último suspiro no dia 15 de janeiro, segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). As imagens do satélite eram usadas, por exemplo, para monitorar o desmatamento na Amazônia. Seu serviço será continuado por sua espaçonave-irmã, o CBERS-2b, lançado em 2007.
O CBERS-2 (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres) foi projetado para durar dois anos. Mas ele superou a expectativa e chegou a ter vida útil de quase cinco. No período, produziu mais de 175 mil imagens, que serviram para monitorar o ambiente, avaliar desmatamentos, áreas agrícolas e o desenvolvimento urbano.
Os últimos sinais do satélite foram detectados em 15 de janeiro por técnicos brasileiros e chineses. Nos dias seguintes, eles tentaram restabelecer a comunicação com o CBERS-2. Porém, não conseguiram e acabaram decretando encerrada a missão.Durante sua vida útil, o satélite enfrentou alguns problemas. Em abril de 2005, foi notada uma falha em uma de suas baterias. Desde então, o satélite, que possui três câmeras, passou a operar com apenas uma delas.
As imagens CBERS são fornecidas gratuitamente (www.obt.inpe.br/catalogo). Desde junho de 2004, quando as imagens ficaram disponíveis na internet, já foram distribuídas mais de 500 mil delas. Segundo o Inpe, estão programados os lançamentos de mais dois satélites, em 2011 e 2014. E se discute com a China a produção de outros dois.
Fonte: Folha de S.Paulo
Madagáscar foi castigado por dois ciclones tropicais, em meados de Janeiro de 2009. Ciclone Eric varreu a costa nordeste em 19 de janeiro, matando pelo menos uma pessoa e deixando cerca de mil desabrigados, segundo o noticiário. Dois dias mais tarde, Ciclone Fanele chegou a a costa sudoeste, trazendo ventos de quase 210 quilômetros por hora e as fortes chuvas.
Esta imagem foi tomada pelo do sensor MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer) no satélite Aqua, da NASA, em 19 de janeiro mostra Fanele no Canal de Moçambique, ao largo da costa. Eric, que foi uma tempestade muito menor e mais fraca, é pouco mais do que um turbilhão de nuvens na parte superior direita.
A imagem de alta resolução foi fornecida pelo sensor MODIS com pixel de 250 metros. O MODIS Rapid Response System oferece esta imagem em outras resoluções complementares.
Fonte: NASA - Natural Hazards
Instrumento:
Aqua - MODISfaça o download da imagem grande (5 MB, JPEG) tomada em 19 de Janeiro de 2008
Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está adquirindo novos componentes para o Amazônia-1. Com lançamento previsto para 2011, será o primeiro satélite de observação da Terra desenvolvido pelo Brasil e o primeiro a utilizar a Plataforma Multimissão (PMM).
Segundo o Inpe, os satélites Amazônia-1 e CBERS 3 e 4 permitirão, juntos, uma cobertura completa da Terra em menos de cinco dias, tornando o Brasil autônomo para obtenção de imagens em média resolução. O norte-americano Landsat-5, que é utilizado na avaliação de desmatamento da Amazônia, está há mais de 22 anos no espaço e apresenta sinais claros de degradação.
O Amazônia-1 é baseado em uma plataforma nacional, denominada PMM, que será também utilizada em outros satélites propostos para o Programa Espacial Brasileiro: o satélite científico Lattes-1, o satélite radar de observação da Terra Mapsar e o satélite meteorológico de medidas de precipitação GPM-Br.
Para desenvolver a PMM, o Inpe contratou na indústria nacional os subsistemas de telecomunicações, estrutura, propulsão e energia, cujos chamados modelos de vôo deverão ser entregues até meados de 2010, para dar início à etapa de integração e testes do primeiro satélite, o Amazônia-1.
Em paralelo, o Inpe está adquirindo os componentes para a carga útil do satélite, que envolvem equipamentos de transmissão e gravação a bordo e uma câmera óptica (denominada AWFI), operando nas faixas do visível e do infravermelho próximo, com largura de faixa imageada de 750 quilômetros, com resolução de 40 metros.
Além disso, um acordo assinado entre o Brasil, representado pelo Inpe, e o Reino Unido, representado pelo Rutherford Appleton Laboratory, permitirá incluir no Amazônia-1 a câmera inglesa Ralcam-3, com resolução da ordem de 10 metros, que complementará as imagens coletadas pela AWFI.
No fim de 2008, o Inpe firmou contratos para aquisição de mais dois componentes do Amazônia-1: a câmera AWFI, contratada na indústria nacional, e o sistema de controle e computação embarcada, objeto de uma cooperação entre as agências espaciais brasileira e argentina.
Fonte : Agência FAPESP :: Notícias - Cobertura completa da Amazônia
A grade de órbita-ponto do satélite CBERS está disponível no site do INPE, nos formatos shapefile e PDF. Para fazer o download gratuito clique nos links : grade em shape e grade em PDF. Esta disponível a grade de órbita-ponto para o satélite Landsat, para fazer o download clique no link : Landsat grade órbita-ponto.

Baixe imagem em tamanho grande (6 MB, JPEG) tomada em 19 de Janeiro de 2009 - Fonte : NASA – Observatório da Terra
O vulcão Chaitén ficou inativo por mais de 9000 anos, até entrar em erupção em Maio de 2008. Nos meses seguintes o vulcão continuou ativo lançando nuvens de vapor e cinzas vulcânicas, cobrindo a vegetação local, entupindo os cursos d’água e inundando uma cidade vizinha de mesmo nome.
Em 19 de janeiro de 2009, o sensor a Advanced Thermal Emission Spaceborne and Reflexion Radiometer (ASTER) capturou uma imagem do vulcão Chaiten. Duas versões da imagem são exibidas aqui: um zoom na aréa do vulcão, e uma vista da área circundante.
Nestas imagens em falsa cor, vermelho indica vegetação e azul escuro indica água. A pluma do vulcão aparece em coloração branco-acinzentada, e é grossa o suficiente para esconder completamente a superfície terrestre abaixo. A Sudeste do vulcão, a superfície terrestre varia na cor de cinza a marrom, com apenas manchas isoladas de vermelho. Estas cores alteradas indicam áreas revestidas com cinzas vulcânicas e vegetação que foi morta pela queda de cinzas. Fonte : Nasa – Observatório da Terra

Rio amarelo – Imagem Landsat ETM 2000
Rio Amarelo – Imagem Landsat MSS 1977
Rio Amarelo na China, ou Huang He, é o rio que transporta a maior carga de sedimentos no mundo. Medindo cerca de 5475 km do leste do Tibete até a foz, o rio percorre planícies siltosas e argilosas recebendo uma enorme carga de sedimentos duraten sua viagem. O cor amarela do rio vem de do sedimento rico em pequenas partículas de mica, quartzo e feldspato.
Além da coloração amarela do rio, os sedimentos tambem redesenharam a costa. O sensor ETM+ (Enhanced Thematic Mapper Plus) no satélite Landsat 7 da NASA adquiriu a imagem superior em 2 de maio de 2000. O scanner multiespectral (MSS) a bordo do satélite Landsat 3 da NASA adquiriu a imagem de baixo, em 27 de maio de 1979. Nestas imagens em falsa cor, vermelho indica vegetação, azul indica água, bege indica solo nú.
Em comparação com a imagem anterior, a imagem de 2000 mostra um aumento no uso da terra e uma ligeira diminuição na vegetação. A mais notável diferença entre as duas imagens, porém, é a forma da costa. O constante transporte de sedimentos expandiu o delta do rio Amarelo sobre o mar como um enorme gancho. Sedimentos coloriram as águas costeiras azuis com tons amarelados. Este processo de construção do delta acrescentou várias centenas de quilômetros quadrados de terras para a costa da China.
Fonte : Nasa – Observatório da terra
