Sherri Shepherd, debatedora do programa da ABC "The View" nunca teve tempo de parar para pensar se a terra é plana ou redonda. Veja o vídeo que é sucesso no YouTube.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Apostila Modelagem de Bancos de Dados Geográficos
Apostila sobre Modelagem de Bancos de Dados Geográficos produzida pelos professores Jugurta Lisboa Filho (UFV) e Cirano Iochpe (UFRGS), no formato PDF, em ´português. O download da apostila pode ser feito a partir do link : http://www.inf.ufrgs.br/~ciochpe/CMP161/material/textocongcart.zip
Os slides Powerpoint sobre Modelagem de Bancos de Dados Geográficos podem ser baixados deste link :
http://www.inf.ufrgs.br/~ciochpe/CMP161/material/pptcongca
Abaixo o Sumário da apostila
1. Conceitos em Sistemas de Banco de dados
1.1 Banco de Dados (BD)
1.2 Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD)
1.3 Programa de Aplicação
1.4 Sistema de Banco de Dados (SBD)
1.5 Fases do Projeto de Banco de Dados
1.6 Modelos de Dados
2. Noções Básicas doi Modelo Relacional
2.1 Modelo Relacional
2.2 Álgebra Relacional
2.3 SQL – Linguagem de Consulta Estruturada
3. Projeto de Banco de Dados
3.1 Processo de Modelagem Conceitual
3.2 Modelo Entidade-Relacionamento (E-R)
3.3 Projeto Lógico de Banco de Dados
3.4 Ferramentas CASE
4. Projeto de Banco de Dados Geográficos
4.1 Dado, Informação e Fenômeno Geográfico
4.2 Requisitos de Modelagem para Aplicações de SIG
4.3 Modelos Conceituais de Dados para SIG
4.4 Modelando Banco de Dados Geográficos com UML-GeoFrame
4.5 Projeto Lógico de Banco de Dados Geográficos
4.6 Estudo de Caso
5. Bibliografia
Download da atualização para o Google Earth 4.2 beta
A atualização para a versão 4.2.0198.2451 (beta) tem 12,7 mb e pode ser baixada do link abaixo.
Após baixar o software é só executar o programa de instalação.
Após baixar o software é só executar o programa de instalação.
CBERS 2B da sinais de vida

Fonte: Olhão.com
Às 10h39 desta quarta-feira (19), o Centro de Controle de Satélites do INPE, em São José dos Campos (SP), registrou a primeira passagem sobre a Estação de Rastreio de Cuiabá (MT) do satélite CBERS-2B, lançado 10 horas antes da base de Taiyuan, localizada na província de Shanxi, na China.
Esta passagem sobre o Brasil ocorreu durante a oitava órbita do satélite sino-brasileiro. “Recebemos com sucesso os dados de telemetria do satélite e monitoramos os parâmetros orbitais. Os dados precisam ainda ser melhor analisados, mas nesta passagem pudemos atestar a boa condição do CBERS-2B”, disse Pawel Pawel Rozenfeld, chefe do Centro de Controle de Satélites do INPE.
Já nesta quinta-feira (20), no seu segundo dia de órbita, o CBERS-2B terá suas três câmeras ligadas e fará imagens de teste, no Brasil e na China.
Fonte : inpe.br
Lançado o CBERS-2B
Exatamente às 00h26min desta quarta-feira (19) foi lançado com sucesso o CBERS-2B, terceiro satélite da parceria entre Brasil e China. O evento foi comemorado tanto no Centro de Controle de Satélites do INPE, em São José dos Campos (SP), como no Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan. O diretor do INPE, Gilberto Câmara, assistiu ao lançamento na base chinesa e, junto com os engenheiros Ricardo Cartaxo e Jânio Kono, respectivamente coordenador geral e coordenador do Segmento Espacial do Programa CBERS, transmitiu todas as informações aos técnicos e convidados que acompanharam da sede do Instituto.
“É uma emoção muito grande. É o resultado de um grande trabalho feito por brasileiros e chineses. Estamos todos muito orgulhosos”, disse o diretor Gilberto Câmara.
Chefe do Centro de Controle de Satélites do INPE, Pawel Rosenfeld manteve contato constante com Jânio Kono, coordenador do Segmento Espacial do Programa CBERS, que da base comandou as operações junto com os técnicos chineses.
O foguete Longa Marcha 4B cumpriu perfeitamente todas as etapas previstas para colocação do satélite em órbita. O tempo total de vôo até a injeção do CBERS em órbita foi de 12,5 minutos. O CBERS-2B é lançado com seus transmissores ligados permitindo assim que a estação de rastreio de Nanning, na China, mantenha contato com o satélite desde antes de sua separação do último estágio do veículo lançador, até aproximadamente um minuto e meio após a abertura dos painéis solares, que aconteceu cerca de 14 minutos após o lançamento.
O Programa CBERS é um exemplo bem-sucedido de cooperação Sul-Sul em matéria de alta tecnologia e é um dos pilares da parceria estratégica entre o Brasil e a China. O CBERS é hoje um dos principais programas de sensoriamento remoto em todo o mundo, ao lado do norte-americano Landsat, do francês Spot e do indiano ResourceSat.
Primeira passagem
Aproximadamente 10 horas após o lançamento, ocorrerá a primeira passagem sobre a estação de rastreio do INPE em Cuiabá (MT). Nesta passagem as telemetrias do satélite são monitoradas e é feita a determinação dos parâmetros orbitais do satélite. Já no seu segundo dia em órbita, o CBERS-2B fará imagens de teste de suas câmaras, no Brasil e na China. E, a partir do trigésimo dia em órbita, o CBERS-2B inicia a operação normal para distribuição de imagens aos usuários do Brasil e da China.
As imagens CBERS são utilizadas em aplicações como monitoramento florestal e apoio à agricultura. Os dados recebidos pelo satélite são, por exemplo, empregados pelo governo brasileiro no bem-sucedido esforço de combate ao desmatamento na Amazônia. Além disso, o Programa CBERS promove a inovação na indústria espacial nacional, gerando empregos em um setor de alta tecnologia fundamental para o crescimento do País.
Desde 2004, foram distribuídas mais de 320 mil imagens CBERS para cerca de cinco mil usuários de várias instituições públicas e privadas. Na China, após a adoção de uma política de distribuição de dados similar à brasileira, foram distribuídas mais de 200 mil imagens, sendo o Ministério da Terra e de Recursos Naturais seu principal usuário.
Além disso, o Brasil e a China distribuem gratuitamente imagens CBERS para países vizinhos, promovendo atividades de capacitação técnica para sua utilização. A partir de 2008, as imagens CBERS devem ser distribuídas também para países da América Central, do Caribe, da África e do sudeste asiático, mediante a entrada em operação de outras estações de recepção de dados. Os satélites CBERS tornam-se, cada vez mais, instrumento fundamental de cooperação internacional, em benefício dos países em desenvolvimento.
Fonte : INPE
“É uma emoção muito grande. É o resultado de um grande trabalho feito por brasileiros e chineses. Estamos todos muito orgulhosos”, disse o diretor Gilberto Câmara.
Chefe do Centro de Controle de Satélites do INPE, Pawel Rosenfeld manteve contato constante com Jânio Kono, coordenador do Segmento Espacial do Programa CBERS, que da base comandou as operações junto com os técnicos chineses.
O foguete Longa Marcha 4B cumpriu perfeitamente todas as etapas previstas para colocação do satélite em órbita. O tempo total de vôo até a injeção do CBERS em órbita foi de 12,5 minutos. O CBERS-2B é lançado com seus transmissores ligados permitindo assim que a estação de rastreio de Nanning, na China, mantenha contato com o satélite desde antes de sua separação do último estágio do veículo lançador, até aproximadamente um minuto e meio após a abertura dos painéis solares, que aconteceu cerca de 14 minutos após o lançamento.
O Programa CBERS é um exemplo bem-sucedido de cooperação Sul-Sul em matéria de alta tecnologia e é um dos pilares da parceria estratégica entre o Brasil e a China. O CBERS é hoje um dos principais programas de sensoriamento remoto em todo o mundo, ao lado do norte-americano Landsat, do francês Spot e do indiano ResourceSat.
Primeira passagem
Aproximadamente 10 horas após o lançamento, ocorrerá a primeira passagem sobre a estação de rastreio do INPE em Cuiabá (MT). Nesta passagem as telemetrias do satélite são monitoradas e é feita a determinação dos parâmetros orbitais do satélite. Já no seu segundo dia em órbita, o CBERS-2B fará imagens de teste de suas câmaras, no Brasil e na China. E, a partir do trigésimo dia em órbita, o CBERS-2B inicia a operação normal para distribuição de imagens aos usuários do Brasil e da China.
As imagens CBERS são utilizadas em aplicações como monitoramento florestal e apoio à agricultura. Os dados recebidos pelo satélite são, por exemplo, empregados pelo governo brasileiro no bem-sucedido esforço de combate ao desmatamento na Amazônia. Além disso, o Programa CBERS promove a inovação na indústria espacial nacional, gerando empregos em um setor de alta tecnologia fundamental para o crescimento do País.
Desde 2004, foram distribuídas mais de 320 mil imagens CBERS para cerca de cinco mil usuários de várias instituições públicas e privadas. Na China, após a adoção de uma política de distribuição de dados similar à brasileira, foram distribuídas mais de 200 mil imagens, sendo o Ministério da Terra e de Recursos Naturais seu principal usuário.
Além disso, o Brasil e a China distribuem gratuitamente imagens CBERS para países vizinhos, promovendo atividades de capacitação técnica para sua utilização. A partir de 2008, as imagens CBERS devem ser distribuídas também para países da América Central, do Caribe, da África e do sudeste asiático, mediante a entrada em operação de outras estações de recepção de dados. Os satélites CBERS tornam-se, cada vez mais, instrumento fundamental de cooperação internacional, em benefício dos países em desenvolvimento.
Fonte : INPE
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Detectados 963 focos de calor no Pantanal
O número de focos de calor no Pantanal já chega a 963, no período de junho a 14 de setembro. Os dados são do DPI/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, com recorte feito pelo Laboratório de Sensoriamento Remoto da Embrapa Pantanal. A sub-região com mais focos de calor é a Nabileque (275), seguida da Paiaguás (202), de acordo com o analista Luiz Alberto Pellegrin, do laboratório.
A climatologista Balbina Maria Araújo Soriano, pesquisadora da Embrapa Pantanal (unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA), explica que os focos de calor não representam, necessariamente, queimadas.
Os focos de calor são temperaturas registradas acima de 47º C, com base em dados captados por satélites (INPE).
As queimadas são uma antiga prática de manejo que utiliza o fogo de forma controlada para viabilizar a agricultura ou renovar as pastagens. O incêndio é o fogo sem controle que incide sobre qualquer forma de vegetação, podendo ser provocado por diversos fatores.
As queimadas também têm afetado o clima, porque o gás carbônico contido na fumaça proveniente desse incêndio sobe para a atmosfera e se junta a outros gases aumentando o efeito estufa.
Esses gases formam uma espécie de cobertor cada dia mais espesso, que torna o planeta cada dia mais quente e não permite a saída de radiação solar.
O efeito estufa é um fenômeno natural para manter o planeta aquecido. Se não houvesse o efeito estufa, a temperatura média da Terra seria –18º em vez dos + 15º. O problema, segundo Balbina, é que, ao lançar muitos gases de efeito estufa (GEEs) na atmosfera, o planeta se torna quente demais, podendo levar a graves conseqüências.
Os dados sobre focos de calor referem-se ao Pantanal e incluem vários municípios. Em Corumbá o DPI/INPE registrou de junho a 14 de setembro 407 focos de calor. É o município do Mato Grosso do Sul com maior número de focos, seguido por Porto Murtinho e Aquidauana (153 cada) e Miranda (117).
Balbina disse ainda que o Mato Grosso do Sul aparece como o sexto Estado do Brasil em número de focos de calor, somando 1.148 unidades até a última sexta-feira. O campeão deste ranking é o Mato Grosso, com 9.930 focos, vindo a interferir nas condições atmosféricas de Corumbá. “A fumaça das queimadas que ocorrem em Mato Grosso são transportadas por correntes de ar que chegam ao Mato Grosso do Sul, atingindo a região de Corumbá. Elas se juntam com as condições locais, aumentando a concentração de fumaça, causando problemas à população corumbaense”, explicou a climatologista.
CHUVAS
A Embrapa Pantanal monitora regularmente os parâmetros meteorológicos (chuvas e umidade relativa do ar, etc), coletados na Estação Climatológica de Corumbá, localizada em Corumbá e pertencente ao Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), e na Estação Climatológica de Nhumirim, instalada na fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal, localizada na sub-região da Nhecolândia. Esta estação mantém convênio com o Inmet.
A pesquisadora acompanha os índices pluviométricos em Corumbá e no Pantanal (fazenda Nhumirim). De acordo com ela, no período de junho a 14 de setembro choveu na cidade apenas 19,2 mm, índice equivalente a 13% da média histórica para este período, que é de 140 mm.
Também de junho a 14 de setembro choveu na Nhumirim 12,2 mm, ou 11% da média histórica para o período, que é de 111 mm.
“O baixo valor de chuva registrado em julho não alterou o quadro de estiagem na região”, afirmou Balbina.
Segundo previsão climática do Inmet e CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), no trimestre que vai de setembro a novembro as chuvas deverão ficar abaixo da média histórica, com grande variabilidade espacial.
UMIDADE
Segundo Balbina, o ar continua muito seco sobre a cidade de Corumbá, devido à influência de uma massa de ar seco atuando sobre a região Centro-Oeste, que inibe a formação de nuvens de chuva.
Os índices mais baixos de umidade relativa do ar em setembro, no período do meio-dia às 16h, variam de 13% a 20%, considerados estado de alerta.
Como conseqüência, a cidade tem vivido nos últimos dias alguns transtornos, como cancelamento de vôos por falta de visibilidade, já que uma névoa cobre o município. Doenças respiratórias e emagrecimento do gado são outros efeitos da estiagem, que é prevista para este período.
Fonte : www.msnoticias.com.br
A climatologista Balbina Maria Araújo Soriano, pesquisadora da Embrapa Pantanal (unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA), explica que os focos de calor não representam, necessariamente, queimadas.
Os focos de calor são temperaturas registradas acima de 47º C, com base em dados captados por satélites (INPE).
As queimadas são uma antiga prática de manejo que utiliza o fogo de forma controlada para viabilizar a agricultura ou renovar as pastagens. O incêndio é o fogo sem controle que incide sobre qualquer forma de vegetação, podendo ser provocado por diversos fatores.
As queimadas também têm afetado o clima, porque o gás carbônico contido na fumaça proveniente desse incêndio sobe para a atmosfera e se junta a outros gases aumentando o efeito estufa.
Esses gases formam uma espécie de cobertor cada dia mais espesso, que torna o planeta cada dia mais quente e não permite a saída de radiação solar.
O efeito estufa é um fenômeno natural para manter o planeta aquecido. Se não houvesse o efeito estufa, a temperatura média da Terra seria –18º em vez dos + 15º. O problema, segundo Balbina, é que, ao lançar muitos gases de efeito estufa (GEEs) na atmosfera, o planeta se torna quente demais, podendo levar a graves conseqüências.
Os dados sobre focos de calor referem-se ao Pantanal e incluem vários municípios. Em Corumbá o DPI/INPE registrou de junho a 14 de setembro 407 focos de calor. É o município do Mato Grosso do Sul com maior número de focos, seguido por Porto Murtinho e Aquidauana (153 cada) e Miranda (117).
Balbina disse ainda que o Mato Grosso do Sul aparece como o sexto Estado do Brasil em número de focos de calor, somando 1.148 unidades até a última sexta-feira. O campeão deste ranking é o Mato Grosso, com 9.930 focos, vindo a interferir nas condições atmosféricas de Corumbá. “A fumaça das queimadas que ocorrem em Mato Grosso são transportadas por correntes de ar que chegam ao Mato Grosso do Sul, atingindo a região de Corumbá. Elas se juntam com as condições locais, aumentando a concentração de fumaça, causando problemas à população corumbaense”, explicou a climatologista.
CHUVAS
A Embrapa Pantanal monitora regularmente os parâmetros meteorológicos (chuvas e umidade relativa do ar, etc), coletados na Estação Climatológica de Corumbá, localizada em Corumbá e pertencente ao Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), e na Estação Climatológica de Nhumirim, instalada na fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal, localizada na sub-região da Nhecolândia. Esta estação mantém convênio com o Inmet.
A pesquisadora acompanha os índices pluviométricos em Corumbá e no Pantanal (fazenda Nhumirim). De acordo com ela, no período de junho a 14 de setembro choveu na cidade apenas 19,2 mm, índice equivalente a 13% da média histórica para este período, que é de 140 mm.
Também de junho a 14 de setembro choveu na Nhumirim 12,2 mm, ou 11% da média histórica para o período, que é de 111 mm.
“O baixo valor de chuva registrado em julho não alterou o quadro de estiagem na região”, afirmou Balbina.
Segundo previsão climática do Inmet e CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), no trimestre que vai de setembro a novembro as chuvas deverão ficar abaixo da média histórica, com grande variabilidade espacial.
UMIDADE
Segundo Balbina, o ar continua muito seco sobre a cidade de Corumbá, devido à influência de uma massa de ar seco atuando sobre a região Centro-Oeste, que inibe a formação de nuvens de chuva.
Os índices mais baixos de umidade relativa do ar em setembro, no período do meio-dia às 16h, variam de 13% a 20%, considerados estado de alerta.
Como conseqüência, a cidade tem vivido nos últimos dias alguns transtornos, como cancelamento de vôos por falta de visibilidade, já que uma névoa cobre o município. Doenças respiratórias e emagrecimento do gado são outros efeitos da estiagem, que é prevista para este período.
Fonte : www.msnoticias.com.br
domingo, 16 de setembro de 2007
ArcGis - Export to KML 2.4 - Nova versão
Esta disponível para download no site da ESRI a nova versão da extensão para o ArcGis Export to KML. Na versão 2.4 foram implementadas as seguintes mudanças :
Telas :
- implementa a versão do KML 2.2
- atributos das tabelas do ArcGis são armazenados no arquivo KML como "schema"
- rótulos (labels) e pontos podem agora ter um deslocados verticalmente
- Layers e descrição das feições podem ser gravadas e importadas
- Um deslocamento horizontal nas coordenadas X/Y pode ser aplicado.
- Correções de bugs e outos problemas menores foram implementados.
Diálogo Export to KML
Dialógo Export to KML options
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