quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Imagem Aster – Vulcão Chaiten - Chile

 Continuing Activity at Chaiten Volcano

Continuing Activity at Chaiten Volcano

Baixe imagem em tamanho grande (6 MB, JPEG) tomada em  19 de Janeiro de 2009 - Fonte : NASA – Observatório da Terra

 

O vulcão Chaitén ficou inativo por mais de 9000 anos, até entrar em erupção em Maio de 2008. Nos meses seguintes o vulcão continuou ativo lançando nuvens de vapor e cinzas vulcânicas, cobrindo a vegetação local, entupindo os cursos d’água e inundando uma cidade vizinha de mesmo nome.

Em 19 de janeiro de 2009, o sensor a Advanced Thermal Emission Spaceborne and  Reflexion Radiometer (ASTER) capturou uma imagem do vulcão Chaiten. Duas versões da imagem são exibidas aqui: um zoom na aréa do vulcão, e uma vista da área circundante.
Nestas imagens em falsa cor, vermelho indica vegetação e azul escuro  indica água. A pluma do vulcão aparece em coloração branco-acinzentada, e é grossa o suficiente para esconder completamente a superfície terrestre abaixo. A Sudeste do vulcão, a superfície terrestre varia na cor de cinza a marrom, com apenas manchas isoladas de vermelho. Estas cores alteradas  indicam áreas revestidas com cinzas vulcânicas e vegetação que foi morta pela queda de cinzas. Fonte : Nasa – Observatório da Terra

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Temperatura e aquecimento global em 2008

 

 

Fonte : NASA – Obsevatório da  Terra

 

O  ano de 2008 foi o ano mais frio  desde  2000, segundo análise de registros da temperatura mundial feita pelo NASA Goddard Institute for Space Studies (GISS) , mas 2008 ainda esta dentre os dez anos mais quentes desde o início da coleta de dados em 1880. Dado o intervalo de incerteza das medições, a  equipe do GISS concluiu que 2008 esta entre o sétimo e o décimo ano mais quente registrado (Os 10 anos mais quentes ocorreram todos têm dentro do período  de 12 anos de  1997-2008).
O mapa acima mostra anomalias na temperatura global em 2008 em comparação com o período basal de 1950-1980.  Temperaturas abaixo da média são mostrados em azul, temperaturas médias são mostradas em branco, e temperaturas acima da média são mostrada em vermelho (Cor cinza indica que não há dados.) A maior parte do mundo esta mais  próxima do normal ou mais quente do que o normal. Europa Oriental, Rússia, Ártico e Península Antártica foram excepcionalmente quentes (1,5 a 3,5 graus Celsius acima da média). A temperatura nos Estados Unidos em 2008 não foi muito diferente do que a média de 1951-1980, o que fezo ano de 2008 o mais dentre todos os anos anteriores, na presente década. Grandes áreas do centro e leste do Oceano Pacífico estão mais frias do que a média de longo prazo. Isto esta  ligado a um episódio La Niña que se iniciou em 2007.
O gráfico mostra a tendência a longo prazo na temperatura  da superfície desde 1880. As temperaturas médias anuais são apresentadas em laranja, e os zig zag da linha indicam o quanto a temperatura global média da superfície varia de ano para ano. Como o clima  é tão variável de  ano para ano, pode ser mais fácil de detectar as tendências de longo prazo através de  médias de vários anos. A linha vermelho escuro mostra a média móvel de cinco anos, que é uma média de cinco anos da temperatura anual centrada em um determinado ano. Mesmo esta média de cinco anos mostra que o clima tem altos e baixos, mas a longo prazo o aumento nas temperaturas globais médias da superfície é óbvio. A barras cinza  indicam o intervalo de incerteza. Não surpreendentemente, a incerteza é maior para as medições antigas do que  para as medições mais recentes.
No seu relatório sobre as tendências da temperatura, os cientistas na NASA GISS, liderados por James Hansen, atribuem o clima mais ameno de  2008  à persistência do fenômeno La Niña, no período que vai do final de 2008 ao início de 2009. O relatório também descreve como o atraso no início do próximo ciclo de  manchas solares, atividade vulcânica das Ilhas Aleutas  (Vulcões Okmok e Kasatochi eclodiram em agosto), e taxas de emissão de gases de efeito estufa poderiam influenciar a temperatura global média nos próximos anos. Fonte : NASA – Observatório da terra

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

ArcGis 9.4 – O que vem por ai ….

No ArcGis 9.4, a ESRI vai se concentrar mais na interoperabilidade entre CAD e GIS com especial ênfase na melhoria e simplificação de como os arquivos do Microstation e AutoCAD  são integrados no Arcmap e como  migrar para o geodatabase. Isto incluirá a melhoria do modo que os  dados do SIG são  compartilhados com os usuários Microstation. Melhorias do plug-in  AutoCAD para ArcGIS, também estão em curso. Estas mudanças tem como  objectivo  tornar ArcGIS para AutoCAD um editor de geodatabase e um cliente poderoso do ArcGIS Server.

Fonte:ESRI

Terra vista do espaço : Delta do Rio Amarelo - China

 

Rio amarelo – Imagem Landsat ETM 2000

 

Rio Amarelo – Imagem Landsat MSS 1977

Rio Amarelo na China, ou Huang He, é o rio que transporta a maior carga de sedimentos no mundo. Medindo cerca de  5475 km  do leste do Tibete até a foz, o rio percorre  planícies siltosas e argilosas recebendo  uma enorme carga de sedimentos duraten sua viagem. O cor amarela do rio vem de do sedimento rico em pequenas partículas de mica, quartzo e feldspato.
Além da coloração amarela do rio, os sedimentos tambem redesenharam a costa. O sensor ETM+ (Enhanced Thematic Mapper Plus) no satélite Landsat 7 da NASA adquiriu a imagem superior em 2 de maio de 2000. O scanner multiespectral (MSS) a bordo do satélite Landsat 3 da NASA adquiriu a imagem de baixo, em 27 de maio de 1979. Nestas imagens em falsa cor, vermelho indica vegetação, azul indica água, bege  indica solo nú.
Em comparação com a imagem anterior, a imagem de 2000 mostra um aumento no uso da terra e uma ligeira diminuição na vegetação. A mais notável diferença entre as duas imagens, porém, é a forma da costa. O constante transporte de sedimentos expandiu o delta do rio Amarelo sobre o mar  como um enorme gancho. Sedimentos coloriram as águas costeiras azuis com tons amarelados. Este processo de construção do delta acrescentou várias centenas de quilômetros quadrados de terras para a costa da China.

Fonte : Nasa – Observatório da terra