Geoprocessamento, ArcGis, ArcMap, GIS, SIG, GPS, Ikonos, Landsat,CBERS, QuickBird, Alos, Google Earth, Cartografia, Sensoriamento Remoto, Meio Ambiente, Solos, Aquecimento Global
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Tutorial em Vídeo :Download Aster GDEM e geração de TIN e curvas de nível no ArcGis
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
MDE : Anudem - Recentes avanços na modelagem do relevo
Leia o artigo completo em ingles formato PDF
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Interpolando o SRTM de pixels com 90m para 10m
Com o SRTM em mão, dá-se início ao seguinte processo:
Será feito o seguinte: o Arquivo Raster será transformado para pontos, que será interpolado, originando um Modelo digital de elevação mais refinado.
Caso você não deseje trabalhar com toda a cena SRTM, você pode recorta-la para diminuir o tamanho do arquivo, e assim processa-lo mais rapidamente.
Iremos recorta-lo da seguinte maneira, já que apenas uma pequena área nos interessa, caso a você seja interessante toda a cena, apenas desconsidere esta parte. Vamos dar um zoom com a lupa na parte da cena que nos interessa.
Após ter dado o zoom clique com o boto direito do mouse no arquivo do SRTM, clique em DATA e posteriormente em EXPORT DATA, e uma janela se abrirá.
Nesta tela em EXTEND selecione “Data Frame” e o formato do arquivo escolha TIFF. Após isto escolha local onde o arquivo será gravado e clique em OK.
Agora com o arquivo menor faça os seguintes passos para interpolar o SRTM.
Em Spatial Analyst Clique em CONVERT > RASTER TO FEATURES
Em RASTER TO FEATURES escolha qual arquivo será convertido. Em OUTPUT GEOMETRY TYPE escolha POINT. Selecione o local onde o arquivo será gravado e clique em OK, e um arquivo de pontos será criado contendo a informação altimétrica.
Agora com este arquivo de pontos gerado, iremos interpola-lo para uma resolução menor.
Clique em ArcTool Box > SPATIAL ANALYST TOOLS > INTERPOLATION > SPLINE. Uma outra tela se abrirá, nela basta escolher qual o arquivo de pontos que será utilizado. O Campo na tabela que os dados altimétricos, geralmente seu nome é GRID_CODE, em OUTPUT CELL SIZE, escolha o tamanho para o qual você deseja interpolar o SRTM. Basta então clicar em OK
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Como melhorar a qualidade geométrica do modelo digital de elevação SRTM
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Análise digital do terreno
Este trabalho reporta a utilização de ferramentas de um SIG (Sistema de Informação Geográfica) para o delineamento das geoformas e pedopaisagens em um estudo de caso em microbacia do município de Viçosa (MG), a partir dos dados da carta topográfica (escala 1:50.000) da região. Trabalhos de campo permitiram aferir uma exatidão global de 72 % na classificação das formas da paisagem e correlacionar as classes obtidas com as classes de solos dominantes. Após ajustes, elaborou-se um mapa síntese preliminar de distribuição de pedoformas, que auxilia no mapeamento de solos. O método de classificação das formas da paisagem baseado na geração de um MNT (Modelo Numérico do Terreno) e no cálculo dos atributos do relevo (elevação, declividade, curvatura) mostra-se uma alternativa rápida e econômica em comparação ao delineamento manual a partir da utilização de análise estereoscópica de fotografias aéreas.
Para acessar o trabalho na integra no formato PDF clique aquiquarta-feira, 8 de agosto de 2007
Artigo : AVALIAÇÃO DE DADOS DE ALTIMETRIA DA FLORESTA AMAZÔNICA BASEADOS NAS TECNOLOGIAS INSAR, LIDAR E GPS
Vários experimentos que proporcionaram grande disponibilidade de dados de altimetria foram realizados na Floresta Nacional do Tapajós no Estado do Pará. Alguns dados foram produzidos utilizando tecnologias da fronteira do conhecimento cujas potencialidades ainda estão em processo de investigação e sendo atualmente objeto de ativas pesquisas. Em 1999, foram coletados perfis de laser (LIDAR - Light Detection and Ranging) associados a dados de videografia. Em 2000, foram coletados dados aerotransportados de interferometria Radar (InSAR) em multifreqüência. Os dados InSAR quando coletados em banda P produzem potencialmente um modelo digital do terreno (MDT) devido à penetração da radiação através do dossel da floresta, podendo atingir o chão. Quando coletados em banda X , os dados InSAR produzem potencialmente um modelo digital de superfície (MDS) do topo da floresta. A disponibilidade do modelo digital do terreno correspondente ao chão e do modelo digital de superfície correspondente ao topo da floresta é de grande interesse para aplicações cartográficas e medidas da biomassa em grandes extensões. Ainda no ano 2000, a missão Shutle Radar Topography Mission (SRTM) proporcionou cobertura global de dados SAR interferométricos em banda C e banda X, proporcionando o aproveitamento destes dados na região de estudo. Em 2001, 2002, 2003 e 2005 foram coletados diversos pontos de controle utilizando receptores GPS geodésicos de dupla freqüência e métodos topográficos de poligonação e irradiação através de estações totais. O objetivo deste trabalho é fazer uma avaliação de erros incorporados aos dados dos múltiplos sensores utilizados na área de estudo que afetam os modelos tridimensionais produzidos por estas tecnologias avançadas e corrigir os erros para que os modelos tridimensionais possam ser utilizados em aplicações subseqüentes. Foi desenvolvida uma forma de correção que permitiu reduzir alguns dos erros encontrados onde a metodologia consiste na aplicação de uma translação em altitude adequadamente determinada. Ficou demonstrado que a correção aplicada melhorou a qualidade final e os modelos calibrados apresentaram resultados globais e locais melhores do que os modelos originais.
sábado, 28 de julho de 2007
SRTM - diferentes versões das bases de dados
Os dados foram novamente processados e uma nova versão denominada versão 2 foi liberada corrigindo o problema do delineamento dos corpos de água e da linha costeira e parte das áreas sem dados foram corrigidas, mas as maiores áreas sem dados permaneceram nesta versão do modelo que esta disponível para download em http://glcf.umiacs.umd.edu/data/srtm/.
A versão 3 do SRTM foi disponibilizada pelo CGIAR-CSI e todos as áreas sem dados do SRTM versão 2 foram preenchidos usando as curvas de nível derivados do próprio modelo e posteriormente foi usado o interpolador TopoGrid do ArcGis para gerar o DEM e este foi inserido no SRTM Versão 2 nas áreas com vazios. Além disto foi usado o Shorelines and Water Bodies Database para clipar as áreas costeiras melhorando o traçado da linha costeira. Esta Versão pode ser baixada do site http://srtm.csi.cgiar.org/ . Uma coisa muito interessante que o pessoal do CGIAR-CSI foi usar o Google Earth como interface para baixar os dados, permitindo inclusive a visualização dos dados em baixa resolução antes de se fazer o download.
Outra versão do SRTM foi desenvolvida pelo USGS dentro do programa WWF Hydroshed Program cujo objetivo é mapear toda a hidrografia do planeta usando os dados do SRTM. Nesta versão o SRTM foi ajustado para ser hidrologicamente consistente e está em coordenadas geográficas no datum horizontal WGS84, porém o datum vertical adotado foi o EGM96. Deve ter atenção especial a estes dois fatos, visto que modelos digitais hidrologicamente consistentes se prestam para a extração da drenagem e delimitação de bacias mas podem apresentar resultados inconsistentes para outras finalidades e o fato do datum vertical ser o EGM96 pode resultar em diferenças de altitude de -86m a 106m em relação ao WGS84. Os dados do SRTM assim como os de direção de fluxo (flow direction) e fluxo acumulado (flow accumulation) e a drenagem numérica e a delimitação das bacias podem ser baixados de http://gisdata.usgs.net/website/HydroSHEDS