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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Temperatura e aquecimento global em 2008

 

 

Fonte : NASA – Obsevatório da  Terra

 

O  ano de 2008 foi o ano mais frio  desde  2000, segundo análise de registros da temperatura mundial feita pelo NASA Goddard Institute for Space Studies (GISS) , mas 2008 ainda esta dentre os dez anos mais quentes desde o início da coleta de dados em 1880. Dado o intervalo de incerteza das medições, a  equipe do GISS concluiu que 2008 esta entre o sétimo e o décimo ano mais quente registrado (Os 10 anos mais quentes ocorreram todos têm dentro do período  de 12 anos de  1997-2008).
O mapa acima mostra anomalias na temperatura global em 2008 em comparação com o período basal de 1950-1980.  Temperaturas abaixo da média são mostrados em azul, temperaturas médias são mostradas em branco, e temperaturas acima da média são mostrada em vermelho (Cor cinza indica que não há dados.) A maior parte do mundo esta mais  próxima do normal ou mais quente do que o normal. Europa Oriental, Rússia, Ártico e Península Antártica foram excepcionalmente quentes (1,5 a 3,5 graus Celsius acima da média). A temperatura nos Estados Unidos em 2008 não foi muito diferente do que a média de 1951-1980, o que fezo ano de 2008 o mais dentre todos os anos anteriores, na presente década. Grandes áreas do centro e leste do Oceano Pacífico estão mais frias do que a média de longo prazo. Isto esta  ligado a um episódio La Niña que se iniciou em 2007.
O gráfico mostra a tendência a longo prazo na temperatura  da superfície desde 1880. As temperaturas médias anuais são apresentadas em laranja, e os zig zag da linha indicam o quanto a temperatura global média da superfície varia de ano para ano. Como o clima  é tão variável de  ano para ano, pode ser mais fácil de detectar as tendências de longo prazo através de  médias de vários anos. A linha vermelho escuro mostra a média móvel de cinco anos, que é uma média de cinco anos da temperatura anual centrada em um determinado ano. Mesmo esta média de cinco anos mostra que o clima tem altos e baixos, mas a longo prazo o aumento nas temperaturas globais médias da superfície é óbvio. A barras cinza  indicam o intervalo de incerteza. Não surpreendentemente, a incerteza é maior para as medições antigas do que  para as medições mais recentes.
No seu relatório sobre as tendências da temperatura, os cientistas na NASA GISS, liderados por James Hansen, atribuem o clima mais ameno de  2008  à persistência do fenômeno La Niña, no período que vai do final de 2008 ao início de 2009. O relatório também descreve como o atraso no início do próximo ciclo de  manchas solares, atividade vulcânica das Ilhas Aleutas  (Vulcões Okmok e Kasatochi eclodiram em agosto), e taxas de emissão de gases de efeito estufa poderiam influenciar a temperatura global média nos próximos anos. Fonte : NASA – Observatório da terra

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Medições com GPS mostram que Groenlândia derrete mais rápido que o esperado

COPENHAGUE (AFP) — A camada de gelo da Groenlândia está derretendo muito mais rápido do que o previsto pelos especialistas, segundo o resultado de uma nova pesquisa do Centro Espacial da Dinamarca (DTU) divulgada nesta quinta-feira.Segundo o estudo, o degelo é agora quatro vezes mais rápido do que no início da década, o que faz com que as geleiras do sudeste da Groenlândia deixem cair no mar todos os anos icebergs equivalentes a um cubo de gelo gigante de 6,5 km de extensão."Até 2004, a massa de geleiras no sudeste da ilha perdia de 50 a 100 km3 todos os anos. Atualmente perde 300 km3 anuais. Um aumento de 400% muito preocupante", assegura o pesquisador do DTU e responsável pelo estudo, Abbas Khan.Se esse ritmo continuar, "o nível dos oceanos aumentará 60 centímetros ao longo deste século, enquanto que os especialistas em clima da ONU previam um aumento de 20 a 60 centímetros", detalhou Khan.

"Desconhecemos se é devido à mudança climática o a outros fatores. O que fazemos é constatar uma situação alarmante", concluiu. Os pesquisadores mediram o degelo graças a estações GPS ultra-sensíveis nas montanhas ao longo de todo o campo de gelo da Groenlândia.
No estudo, publicado na edição on-line da revista Geophysical Research Letters, colaborou também a Universidade de Colorado (Estados Unidos).

Fonte: AFP

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Ebook : Livros e textos sobre Meio ambiente, Aquecimento Global, Água e Lixo

O site câmara de cultura disponibiliza para download gratuito uma serie de publicações abordando temas como Meio ambiente, Água, Aquecimento Global, Lixo. Clique nos links abaixo para fazer o download dos textos.
  1. Aquecimento Global e Água , livro da série Consciência e Meio Ambiente, com 2,2 Mb, escrito por Henrique Cortez.
  2. Consciência Ambiental , texto de autoria do Prof. Rondon Mamede Fatá, destinado a Professores.
  3. Acontecimentos importantes para o meio ambiente , texto de autoria do Prof. Rondon Mamede Fatá, destinado a Professores.
  4. Noções de Meio Ambiente - Roteiros de Aulas , texto de autoria do Prof. Rondon Mamede Fatá, destinado a Professores.
  5. Ecotema - Lixo , texto de autoria do Prof. Rondon Mamede Fatá, destinado a Professores, visando orientar a abordagem do tema lixo.
  6. A Química e o lixo , texto de autoria do Prof. Afonso Rodrigues de Aquino, com importantes reflexões sobre o tema lixo.
  7. Cidades Sustentáveis , Subsídios à elaboração da Agenda 21 Brasileira, Ministério do Meio Ambiente, Brasília, 2000, com 1,17 Mb.
  8. Mapa esquemático do Aqüífero Guaraní .
  9. Gestão da Água no Brasil , livro de Tucci, Carlos E. M. – Brasília – UNESCO – 2001, com 3,99 Mb.
  10. Concentração atual dos gases estufa , estudo do IPCC, atualizado em outubro de 2002, demonstrando a concentração dos gases estufa e sua contribuição para o aquecimento global.
  11. Tratado de Educação Ambiental , in www.ecopress.org.br
  12. Agricultura Sustentável , estudo do Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal e IBAMA, 2000.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Rondônia bate recorde de queimadas





O site agenciaamazonia informa que em apenas 24 horas foram registrados mais de 140 focos de queimadas. Foi observado um aumento de 23% de focos detectados em relação ao ano passado. Um fator que esta contribuindo para estes indicadores é a falta de chuvas e a baixa umidade relativa do ar. Par ler o artigo na integra clique no link http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1433&Itemid=112

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Queimadas aumentaram nos últimos dois meses

O Globo

RIO - Nos últimos dois meses (julho/agosto), o sistema de monitoramento do Instituto Espacial de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou mais de seis mil casos de focos de queimadas em áreas protegidas, incluindo reservas indígenas. Segundo Alberto Setzer, pesquisador responsável pelo monitoramento, em relação ao ano passado, 2007 apresenta até agora 23% a mais de focos detectados. Entre os estados, Mato Grosso é o líder de focos de queimadas. "Também chama a atenção o aumento do número de focos em São Paulo, com o aumento da área de plantio da cana-de-açúcar", diz Setzer.

O instituto tem o mais completo método de detecção de focos de calor no mundo, utilizando 11 satélites, que geram centenas de imagens diárias para a detecção de queimadas. Esse monitoramento vai ficar ainda mais preciso com a chegada de um novo reforço, o satélite europeu MSG-02, e o deslocamento para uma nova órbita do satélite americano GOES-10. Dessa forma, o Inpe passa a ter a melhor cobertura do continente sul-americano.

O INPE anunciou também que está fazendo uma reformulação em sua página na internet, onde esses e outros serviços podem ser acessados. Atualizado constantemente, o site fornece também estimativas de concentração e dispersão de fumaça.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Falta de pesquisa no Brasil compromete avaliação do IPCC sobre a região

Relatório da ONU não inclui problemas de saúde no Brasil provocados pelo aquecimento
Os problemas de saúde pública que o Brasil poderá enfrentar em conseqüência do aquecimento global não são abordados na segunda parte do relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU, e a culpa é da falta de estudos brasileiros sobre o tema.

Segundo membros do painel ouvidos pela BBC Brasil, o documento de conclusões, que será apresentado nesta sexta-feira em Bruxelas, não tem nenhum resultado de pesquisas feitas no Brasil no capítulo relativo à saúde, apesar de o país ser considerado um dos mais vulneráveis aos efeitos das mudanças no clima.

“O Brasil tem um território e uma população enormes, e uma desigualdade social muito grande. Tudo isso enquadra a população brasileira na definição do IPCC, que considera mais vulneráveis as populações que não têm meio de se adaptar às mudanças, essas populações de baixa renda”, explica o médico brasileiro Ulisses Confalonieri, coordenador do capítulo dedicado à saúde humana.

“Entretanto, as conclusões falam sobre alergia e a doença da língua azul no gado, que são todas de incidência na Europa.”

O relatório também faz projeções globais sobre dengue e malária, “mas não são muito úteis para a situação brasileira, porque não levam em conta as especificidades regionais ou a capacidade do país de controlar a doença”, avalia Confalonieri.

De acordo com o médico, um dos maiores problemas causados pela mudança ambiental para o Brasil será a diarréia. O número de casos poderá subir drasticamente em decorrência do aumento da seca e da falta de água, principalmente no Nordeste do país.

Falta de dados

Os cientistas envolvidos no painel afirmam que a ausência dos problemas brasileiros no documento da ONU não é fruto de negligência, mas da falta de dados para serem analisados.

“O IPCC não faz pesquisas. É uma reunião de cientistas que discutem resultados já existentes. O problema é que a maioria das pesquisas na área de saúde são feitas no hemisfério norte, pelos países que têm mais recursos”, diz Confalonieri.
“Só agora estão começando a aparecer estudos específicos na América do Sul”.

A brasileira Thelma Krug, membro do conselho do IPCC, também reclama que alguns países não dispõem de dados científicos sobre temas importantes.

“Precisamos desses dados para poder fazer as projeções dos impactos da mudança climática. Este é um grande problema, até para podermos expandir os resultados para todas as regiões”, explica.

“Os governos revisam os resultados (do relatório) do IPCC. E quando não acreditam que os dados expostos são suficientes, não aceitam que determinada conclusão seja incorporada no documento. Então, os relatórios do IPCC refletem exatamente aquilo que todos os países, indistintamente, se sentem confortáveis para revelar”.


Márcia Bizzotto
De Bruxelas

Fonte : BBC Brasil

domingo, 12 de agosto de 2007

Melhorias no monitoramento de florestas tropicais permitem medir o impacto do desmatamento

Um artigo interessante publicado na revista Science afirma que o sistema de monitoramento de queimadas na Amazônia feita pelo INPE ficou mais transparente e confiável. O artigo cita que 25% da emissão de CO2 no planeta vem da derrubada, queima e transformação da floresta em áreas agrícolas, e que portanto o monitoramento e de grande importância. O artigo na íntegra em inglês no formato PDF pode ser baixado do link http://www.inpe.br/noticias/arquivos/pdf/haze.pdf . Para aqueles que não dominam o inglês existe um analise em portugues do artigo no link http://agenciact.mct.gov.br/index.php/content/view/44082.html

terça-feira, 31 de julho de 2007

Meio Ambiente : Ocorrência de furacões no Atlântico dobrou em um século


Fonte : UOL

Estudo feito pelo entro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos Estados Unidos mostra que o número de furacões no oceano Atlântico dobrou nos últimos cem anos. No gráfico observa-se o aumento da temperatura global no mesmo período. Os cientistas que publicaram o estudo dizem que é uma evidência dos efeitos danosos advindos do aquecimento global. Leia a reportagem completa feito pela BBC Brasil

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Kings College disponibiliza dados do meio fisíco e ambientais

O Kings College disponibiliza dados ambientais e do meio físico de diversos lugares no planeta, inclusive dados SRTM. O que tem de interessante além dos dados é que eles usam o Google Earth, onde o úsuario visualiza um preview da informação e pode escolher o que lhe interessa e fazer o download. O link para acessar é http://www.kcl.ac.uk/schools/sspp/geography/research/emm/geodata . Os temas abaixo estão disponíveis.


Tiputini Biodiversity Station
Terrascope (new)
TRMM 2b31-Based Rainfall Climatology
Amazon-eye
Tropical montane cloud forests
MODIS Cloud climatology
SRTM SWBD Coast and water bodies
Petroleum-related impacts in the Amazon
AsterPAA (TerraLook) in Google Earth
GNS places database
Monthly NASA blue marble SG
Hole-filled SRTM 90m Digital Elevation Data
Sea level rise scenarios
Global forest change (2000-2005) from MODIS VCF
Three-hourly rainfall time series (from TRMM 3B42)
Monitoring Volcanoes
Urban climates
Tropical Hydrology : climate and land use impacts
Central American and Costa Rican Climate and Hydrology