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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Sensoriamento : Satélite CBERS 2 parou de funcionar

 DA REPORTAGEM LOCAL

O satélite sino-brasileiro CBERS-2 deu seu último suspiro no dia 15 de janeiro, segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). As imagens do satélite eram usadas, por exemplo, para monitorar o desmatamento na Amazônia. Seu serviço será continuado por sua espaçonave-irmã, o CBERS-2b, lançado em 2007.

O CBERS-2 (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres) foi projetado para durar dois anos. Mas ele superou a expectativa e chegou a ter vida útil de quase cinco. No período, produziu mais de 175 mil imagens, que serviram para monitorar o ambiente, avaliar desmatamentos, áreas agrícolas e o desenvolvimento urbano.
Os últimos sinais do satélite foram detectados em 15 de janeiro por técnicos brasileiros e chineses. Nos dias seguintes, eles tentaram restabelecer a comunicação com o CBERS-2. Porém, não conseguiram e acabaram decretando encerrada a missão.

Durante sua vida útil, o satélite enfrentou alguns problemas. Em abril de 2005, foi notada uma falha em uma de suas baterias. Desde então, o satélite, que possui três câmeras, passou a operar com apenas uma delas.
As imagens CBERS são fornecidas gratuitamente (www.obt.inpe.br/catalogo). Desde junho de 2004, quando as imagens ficaram disponíveis na internet, já foram distribuídas mais de 500 mil delas. Segundo o Inpe, estão programados os lançamentos de mais dois satélites, em 2011 e 2014. E se discute com a China a produção de outros dois.

Fonte: Folha de S.Paulo

sábado, 24 de janeiro de 2009

Satélite Amazônia 1 - Cobertura completa da Amazônia

Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está adquirindo novos componentes para o Amazônia-1. Com lançamento previsto para 2011, será o primeiro satélite de observação da Terra desenvolvido pelo Brasil e o primeiro a utilizar a Plataforma Multimissão (PMM).

Segundo o Inpe, os satélites Amazônia-1 e CBERS 3 e 4 permitirão, juntos, uma cobertura completa da Terra em menos de cinco dias, tornando o Brasil autônomo para obtenção de imagens em média resolução. O norte-americano Landsat-5, que é utilizado na avaliação de desmatamento da Amazônia, está há mais de 22 anos no espaço e apresenta sinais claros de degradação.

O Amazônia-1 é baseado em uma plataforma nacional, denominada PMM, que será também utilizada em outros satélites propostos para o Programa Espacial Brasileiro: o satélite científico Lattes-1, o satélite radar de observação da Terra Mapsar e o satélite meteorológico de medidas de precipitação GPM-Br.

Para desenvolver a PMM, o Inpe contratou na indústria nacional os subsistemas de telecomunicações, estrutura, propulsão e energia, cujos chamados modelos de vôo deverão ser entregues até meados de 2010, para dar início à etapa de integração e testes do primeiro satélite, o Amazônia-1.

Em paralelo, o Inpe está adquirindo os componentes para a carga útil do satélite, que envolvem equipamentos de transmissão e gravação a bordo e uma câmera óptica (denominada AWFI), operando nas faixas do visível e do infravermelho próximo, com largura de faixa imageada de 750 quilômetros, com resolução de 40 metros.

Além disso, um acordo assinado entre o Brasil, representado pelo Inpe, e o Reino Unido, representado pelo Rutherford Appleton Laboratory, permitirá incluir no Amazônia-1 a câmera inglesa Ralcam-3, com resolução da ordem de 10 metros, que complementará as imagens coletadas pela AWFI.

No fim de 2008, o Inpe firmou contratos para aquisição de mais dois componentes do Amazônia-1: a câmera AWFI, contratada na indústria nacional, e o sistema de controle e computação embarcada, objeto de uma cooperação entre as agências espaciais brasileira e argentina.

Fonte : Agência FAPESP :: Notícias - Cobertura completa da Amazônia

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Grade de órbita/ponto do satélite CBERS em shapefile

Grade-Cbers

A grade de órbita-ponto do satélite CBERS está disponível no site do INPE, nos formatos shapefile e PDF. Para fazer o download gratuito clique nos links : grade em shape e grade em PDF. Esta disponível a grade de órbita-ponto para o satélite Landsat, para fazer o download clique no link : Landsat grade órbita-ponto.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Inpe testa satélites Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres CBERS-3 e CBERS-4

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT) iniciou os testes do modelo mecânico dos satélites Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers) 3 e 4, com lançamentos previstos para 2010 e 2013, respectivamente. Realizados no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Inpe, em São José dos Campos (SP), o objetivo é simular, com ensaios vibratórios e acústicos, as condições que atuam na estrutura do satélite na fase de lançamento.

O projeto, fabricação e testes da estrutura mecânica dos satélites é responsabilidade do Brasil, que divide igualmente com a China o desenvolvimento dos Cbers-3 e 4. Para essa etapa, o Inpe contratou o consórcio Cenic/Fibraforte (CFF), que segue projeto preliminar e requisitos estabelecidos pelo Instituto.

Os Cbers -3 e 4 representam uma evolução das versões anteriores (Cbers-1, 2 e 2B), este último lançado em setembro de 2007. Para as novas unidades serão utilizadas no módulo carga útil quatro câmeras (Câmera PanMux - Panmux, Câmera Multi Espectral - Muxcam, Imageador por Varredura de Média Resolução - IRSCam, e Câmera Imageadora de Amplo Campo de Visada - WFicam) com desempenhos geométricos e radiométricos melhorados. A órbita dos dois satélites será a mesma que das versão anteriores.

Fonte : Convergência Digital


quinta-feira, 4 de outubro de 2007

INPE produz Mapa da Radiação Ultravioleta (UV) no Brasil



O INPE divulga o mapa de radiação ultavioleta para todo o Brasil. O mapa mostra o Indice corrigido, considerando a nebulosidade observada por satélite e é atualizado a cada 30 minutos. Para acessar clique no link : http://satelite.cptec.inpe.br/uv/
A tabela abaixo mostra a classificação do Indice UV conforme a Organização Mundial de Saúde


CATEGORIA
ÍNDICE ULTRAVIOLETA
BAIXO
<>
MODERADO
3 a 5
ALTO
6 a 7
MUITO ALTO
8 a 10
EXTREMO
> 11

Interpretando o valor do IUV


NENHUMA PRECAUÇÃO
NECESSÁRIA

PRECAUÇÕES
REQUERIDAS

EXTRA
PROTEÇÃO !!!
Você pode permanecer no sol o tempo que quiser !

Em horários próximos ao meio-dia
procure locais sombreados

Evite o sol ao meio-dia

Procure usar camisa e boné

Permaneça na sombra

Use o protetor solar

Use camisa, bone e protetor solar

Fonte: www.inpe.br

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Desmatamento aumenta 40% em Mato Grosso

Análise de imagens de satélite feita pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) para o Ministério do Meio Ambiente aponta que aumentou o índice de desmatamento em Mato Grosso entre os meses de junho e agosto: foram atingidos 1.014 quilômetros quadrados de floresta, 40% mais que em 2006. Esse aumento já havia sido apontado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e pelo Instituto de Centro da Vida (ICV), organizações ambientalistas que utilizam imagens de um satélite diferente e fizeram a análise entre os meses de maio e julho. Segundo eles, o desmatamento foi duas vezes maior do que o ano passado.

De acordo com coordenador executivo do IVC, Sérgio Henrique Guimarães, o crescimento da área desmatada pode estar relacionado ao aumento de preços da soja e, especialmente, da carne no mercado internacional. "Os estudos mostram que a variação do preço na pecuária tem uma relação direta com o desmatamento no ano seguinte. A tendência de aumento nas comodities começa a movimentar toda a economia", afirmou.

André Lima, diretor de articulação de ações para a Amazônia do Ministério Meio Ambiente, explicou que a atividade pecuária pode causar desmatamento porque depois de três anos de uso "o pasto fica improdutivo e a tendência é buscar uma nova área, onde haja biodiversidade, floresta e compostos orgânicos".

Imagens analisadas pelo IVC e Imazon mostram que de cada dez quilômetros desmatados, mais de oito estão em fazendas particulares. E que nos projetos de assentamento rural ocorreram cerca de 15% das extrações irregulares de madeira e retiradas da mata. O desmatamento, apontam as imagens, registrou-se especialmente em áreas próximas às cidades de Juína, Colniza e Canabrava do Norte.

As áreas de maior risco de desmatamento futuro, segundo o Imazon e o IVC, estão no noroeste e norte de Mato Grosso, nas cabeceiras do Rio Xingu, na margem leste da rodovia BR-163 e na margem este da BR-158.

Apesar do aumento dos últimos meses, dados do 3º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, divulgado no final de agosto, apontam que o desmatamento caiu em 2006, depois de sete anos, para 13 mil quilômetros quadrados. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, entre agosto de 2006 e julho de 2007 o desmatamento no estado de Mato Grosso atingiu 2.512 quilômetros quadrados – menos da metade dos 6.086 quilômetros quadrados verificados no período imediatamente anterior.



Fonte : Agência Brasil
Reportagem : Gilberto Costa

sábado, 15 de setembro de 2007

Lançamento do CBERS 2B será transmitido via teleconferência


Às 23 horas de terça-feira (18), do Centro de Controle e Rastreio de Satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), técnicos e convidados poderão acompanhar o lançamento do CBERS-2B pelo foguete Longa Marcha 4B a partir do Taiyuan Satellite Launch Center.

Direto da China, todas as etapas do lançamento do satélite sino-brasileiro serão informadas por meio de teleconferência pelo diretor do INPE, Gilberto Câmara, e pelo coordenador do programa CBERS, Ricardo Cartaxo.
Na quarta-feira (19), às 10 horas, será registrada a primeira passagem do satélite pelo território brasileiro. Este evento também será acompanhado do Centro de Controle e Rastreio de Satélites do INPE.

Dando continuidade às atividades finais da campanha de lançamento do CBERS-2B, foi realizado nesta sexta-feira (14), na base chinesa de Taiyuan, o primeiro ensaio de lançamento do satélite em conjunto com o foguete Longa Marcha 4B. O CBERS-2B é o terceiro satélite feito em parceria pelo Brasil e China.

“Exatamente às 11h26min foi comandado o ‘lift off’ do foguete. De acordo com os requisitos operacionais em órbita, o lançamento terá que ser realizado no horário que vai das 11h26min às 11h36min. No ensaio de hoje o lançamento foi exatamente no primeiro minuto permitido”, relata José Iram Barbosa, chefe do Serviço de Garantia do Produto do INPE, que acompanha as atividades na China. O ensaio permitiu a simulação com bastante detalhe do lançamento real do satélite. O satélite foi colocado em sua configuração de vôo às 9h26min – duas horas antes do início do horário de lançamento. Nas duas horas seguintes o foguete passou por todo o procedimento na torre: abertura das plataformas, recolhimento dos umbilicais e respectivos braços mecânicos de suporte, ficando assim completamente livre. Foram verificados, também, os links de comunicação entre as várias unidades operacionais que participam do lançamento e, finalmente, a simulação do lift-off às 11h26min.

fonte : INPE

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Ebook : Tutorial sobre Bancos de Dados Geográficos

Material produzido pelo INPE e apresentado no GeoBrasil 2006 por Gilberto Ribeiro Queiroz e
Karine Reis Ferreira. Tutorial no formato PDF com 104 página em português. Para fazer o download do tutorial clique no link

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

CBERS - 2B satélite de monitoramento ambiental será lançado neste mês

O lançamento do CBERS - 2B satélite de monitoramento ambiental esta previsto para ocorrer entre os dias 19 e 21 de setembro. O satélite foi desenvolvido em parceria com a China, como seus antecessores CBERS 1 e CBERS 2. Os dados do atual CBERS 2 estão disponíveis a toda a comunidade científica Brasileira e são fundamentais para o monitoramento ambiental em todo país e em especial na Amazônia .O CBERS 2 apresenta sérios problemas de funcionamento e pode para de transmitir imagens a qualquer momento devido a uma pane elétrica que fez com que parte dos equipamentos a bordo fossem desligados. O CBERS-2B já se encontra na China na base de Taiyuan aguardando o lançamento. O custo de desenvolvimento e lançamento do satélite de US$ 200 milhões será dividido entre Brasil e China. O CBERS 2B é uma cópia do atual CBERS, e a modificação mais importante que ele sofreu foi a a substituição de uma câmera IRMSS por outra do tipo HRC, de alta resolução.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Satelites de olho no fogo


Monitoramento de queimadas feito pelo Inpe passa a usar dados de 11 satélites, que geram centenas de imagens diárias. Informações atualizadas sete vezes ao dia dos focos de calor estão na internet
Agência FAPESP – O monitoramento de queimadas feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) passa a contar com dois novos reforços na detecção de focos de calor. São os satélites europeu MSG-02 (Meteosat Second Generation) e o norte-americano Goes-10. Esse último, controlado pela Administração Nacional do Oceano e Atmosfera (Noaa), havia sido utilizado anteriormente, mas foi deslocado recentemente para uma nova órbita, passando a oferecer melhor cobertura ao continente sul-americano.Para a função do Goes-10 em sua posição anterior foi lançado o Goes-12, do qual o Inpe também extrai dados para o monitoramento de queimadas. Segundo o instituto, a detecção sistemática de focos de calor, iniciada em 1987, é pioneira e a mais completa desenvolvida no mundo, fazendo uso de maior número de satélites – atualmente 11 – que geram centenas de imagens diárias na detecção de focos de queimada.
Dados atualizados sete vezes ao dia dos focos de calor são publicados em um site, junto com outros serviços, como um sistema de risco de fogo da vegetação, estimativas de concentração e dispersão de fumaça e um sistema geográfico de informações específico para as unidades de conservação do país.
O monitoramento auxilia o governo federal, em particular o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no acompanhamento de situações de risco de grandes incêndios florestais, como também os órgãos de Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros no combate às queimadas.

Entre os usuários regulares incluem-se ainda secretarias estaduais de meio ambiente, organizações não governamentais, usuários individuais, além dos países vizinhos que têm livre acesso a este sistema, desenvolvido em parceria pelos ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia.

Segundo o Inpe, em relação ao ano passado, 2007 apresenta até agora cerca de 23% a mais de focos detectados. Nos dois últimos meses, o sistema de monitoramento indica quase 6,5 mil casos em unidades de conservação federais e estaduais e reservas indígenas. Entre os estados, o Mato Grosso lidera o ranking de números de focos de queimadas nos últimos anos.

A página de monitoramento de queimadas na internet também foi reformulada recentemente, ganhando nova apresentação. A visualização e navegação estão agora baseadas em um sistema de informação geográfica de fácil uso, com recursos bastante conhecidos pelos internautas, que ainda contam com a opção do Google Earth.

Mais informações: www.cptec.inpe.br/queimadas

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Queimadas aumentaram nos últimos dois meses

O Globo

RIO - Nos últimos dois meses (julho/agosto), o sistema de monitoramento do Instituto Espacial de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou mais de seis mil casos de focos de queimadas em áreas protegidas, incluindo reservas indígenas. Segundo Alberto Setzer, pesquisador responsável pelo monitoramento, em relação ao ano passado, 2007 apresenta até agora 23% a mais de focos detectados. Entre os estados, Mato Grosso é o líder de focos de queimadas. "Também chama a atenção o aumento do número de focos em São Paulo, com o aumento da área de plantio da cana-de-açúcar", diz Setzer.

O instituto tem o mais completo método de detecção de focos de calor no mundo, utilizando 11 satélites, que geram centenas de imagens diárias para a detecção de queimadas. Esse monitoramento vai ficar ainda mais preciso com a chegada de um novo reforço, o satélite europeu MSG-02, e o deslocamento para uma nova órbita do satélite americano GOES-10. Dessa forma, o Inpe passa a ter a melhor cobertura do continente sul-americano.

O INPE anunciou também que está fazendo uma reformulação em sua página na internet, onde esses e outros serviços podem ser acessados. Atualizado constantemente, o site fornece também estimativas de concentração e dispersão de fumaça.

domingo, 12 de agosto de 2007

Melhorias no monitoramento de florestas tropicais permitem medir o impacto do desmatamento

Um artigo interessante publicado na revista Science afirma que o sistema de monitoramento de queimadas na Amazônia feita pelo INPE ficou mais transparente e confiável. O artigo cita que 25% da emissão de CO2 no planeta vem da derrubada, queima e transformação da floresta em áreas agrícolas, e que portanto o monitoramento e de grande importância. O artigo na íntegra em inglês no formato PDF pode ser baixado do link http://www.inpe.br/noticias/arquivos/pdf/haze.pdf . Para aqueles que não dominam o inglês existe um analise em portugues do artigo no link http://agenciact.mct.gov.br/index.php/content/view/44082.html

segunda-feira, 30 de julho de 2007

CBERS 2B Pronto para o lançamento

O satélite CBERS 2B passou por fase de testes que durou três semanas e seu lançamento esta previsto para o mês de setembro na província de Sanchi no norte da China. Este satélite é uma copia do CBERS 2, porém com uma mundança interessante que é a substituição do sensor IRMSS (Infrared Multispectral Scanner) pelo HRC que é uma câmera pancromática de alta resolução (2,5 m). Vamos cruzar os dedos para dar tudo certo no lançamento e aguardar as imagens chegar para avaliar o potencial da HRC.

Leia mais sobre o CBERS 2B

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Cursos e tutoriais por Gilberto Câmara

O pesquisador do INPE Gilberto Câmara, um dos nomes mais importantes na area de geoprocessamento no Brasil, disponibiliza em sua homepage material referente a cursos e tutorias com assuntos variados sobre geoprocessamento.

Cursos de pós-graduação

Introdução ao Geoprocessamento.

Análise Espacial.

Bancos de Dados Geográficos.

Paradigmas e Ferramentas de Engenharia de Software

Metodologia de Pesquisa Científica

Modelagem Ambiental

Tutoriais

Introdução à Modelagem Dinâmica Espacial.
XI Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2003

Geoprocessamento para Projetos Ambientais.
GIS Brasil 96, 97 e 98.

Fundamentos de Geoprocessamento.
GIS Brasil 99.

Análise Espacial de Dados Geográficos.
GIS Brasil 99, 2000 e 2001, GeoBrasil 2000, 2001, 2002, 2003, SBSR 2001.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Imagens de satelite no site do Inpe


Esta é uma dica do Hélio. O Inpe oferece uma serie de produtos derivados de imagens de satélites meteorológicos no site http://satelite.cptec.inpe.br/home/ . La estão disponíveis desde as clássicas imagens de satélites meteorológicos , indicie NDVI, radiação solar, radiação UV, Descargas elétricas, queimadas, classificação de nuvens, ventos, aerossóis, precipitação etc. vale a pena dar uma olhada. O mapa de queimadas permite a visualização no google earth.